A suposta tentativa de #Estupro envolvendo o deputado federal, Pastor Marcos Feciliano (PSC-SP) e a jornalista Patrícia Lelis, de 22 anos, teve mais um capítulo escrito nesse sábado (06). O delegado Luís Roberto Hellmeister, do 3º Distrito Policial (Campos Elísios), que analisa o caso, desistiu de efetuar o pedido de prisão de Talma Bauer, chefe de gabinete de #Marcos Feliciano. Bauer havia sido preso no próprio Distrito Policial que analisa o caso, após ser acusado de cometer sequestro qualificado (cárcere privado). A jornalista havia citado o nome de Bauer em seu depoimento à polícia, acusando-o de tentar coagi-la, tentando convencê-la a gravar um vídeo negando que tenha ocorrido a tentativa de estupro.

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Além da tentativa de estupro, a jornalista também afirmou à polícia que sofreu agressão (um soco e um chute) de Marcos Feliciano, após ter se negado a aceitar a proposta de ser amante do deputado. Segundo a jornalista, Feliciano teria oferecido a ela, um salário de R$ 15 mil mensais e um cargo alto no PSC, caso aceitasse a proposta de ser sua amante.

“Eu logicamente que não aceitei a proposta dele, e ele ficou nervoso, totalmente alterado e veio para cima de mim e me deu um murro e chute e tentou tirar minha roupa”, diss  a jornalista, em seu depoimento a polícia.

Além de Feliciano, jornalista acusou presidente nacional do PSC de envolvimento no caso

Patrícia Lelis também acusou outro político importante do PSC de tentar comprar o seu silêncio e também de ameaçá-la de morte.

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Segundo ela, o presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo (candidato a presidente em 2014) teria oferecido a ela uma sacola de dinheiro para que ela ficasse calada sobre o fato ocorrido com Feliciano. Logo após, sofreu ameaça de morte, caso decidisse levar o caso adiante.

Outro lado

À reportagem do jornal “O estado de São Paulo”, o Pastor Everardo afirmou que o caso será averiguado dentro do partido e diz que não conhece a história apresentada pela jornalista. Em relação a Feliciano, o mesmo não foi localizado e, segundo um assessor, ele trocou o número de seu celular. Apenas se manifestou sobre o caso em uma rede social, escrevendo a seguinte frase: “Ao amigo não precisa explicar, ao inimigo não adianta explicar, o silêncio e o tempo se encarregam de tudo”.

Confira o vídeo na íntegra do depoimento de Patrícia Lelis, no qual ela acusa o deputado, Pastor Marco Feliciano de agressão e tentativa de estupro.

#Casos de polícia