O delegado que cuida do caso de #Patrícia Lélis, Luís Roberto Hellmeister, informou que assim que a investigação terminar, pedirá a prisão da jovem, devido a mesma representar risco para a sociedade.

Um laudo psiquiátrico mostrou que Lélis pode ser portadora de um distúrbio mental chamado mitomania, que consiste no hábito de mentir compulsivamente. Para o delegado, a moça pode prejudicar outras pessoas, uma vez que fez a polícia se mobilizar para investigar crimes que ela sabia que nunca aconteceram.

Acusações

Patrícia fez um boletim de ocorrência no dia 5 de agosto, em uma delegacia de São Paulo, acusando o chefe de gabinete do deputado federal, #Marco Feliciano, de sequestrá-la e obrigá-la a fazer um vídeo desmentindo as acusações de abuso contra o parlamentar.

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Dois dias depois, já em Brasília, a moça lavrou um novo boletim de ocorrência, dessa vez contra Marco Feliciano, o acusando de tentativa de estupro.

No decorrer da semana passada, investigadores da polícia civil de São Paulo, obtiveram imagens de segurança do hotel onde Patrícia ficou hospedada. Também conseguiram imagens cedidas por um amigo da estudante, que viajou de Brasília com ela. Os vídeos provaram que Lélis nunca foi sequestrada e que tinha uma relação amistosa com Talma Bauer, assessor do deputado.

Imagens também mostraram que Patrícia pediu dinheiro para parar de espalhar que o deputado teria abusado da mesma. Talma afirmou que como assessor, achou melhor aceitar a proposta da moça e acabar com o problema, entretanto, Feliciano nunca soube o que estava acontecendo, tanto que o chefe de gabinete pediu exoneração do cargo no último dia 13 de agosto para evitar maiores problemas para o parlamentar.

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Denúncia de Estupro

Patrícia afirma que foi abusada pelo deputado no dia 15 de junho, por volta das 9h da manhã, entretanto, imagens de segurança mostraram que nesse mesmo dia, o parlamentar chegou às 08h56 no Ministério do Trabalho, saindo do local após das 10h, na companhia do ministro do trabalho.

Como Feliciano possui imunidade por conta de seu cargo, a acusação de estupro é tratada pelo Ministério Público Federal. Feliciano deve apresentar, dentre outras coisas, uma cópia das imagens de segurança que mostram que não podia estar em dois lugares ao mesmo tempo, bem como os documentos que constataram que Lélis mentiu para a polícia civil de São Paulo. Pela internet, também corre uma série de prints de conversas feitas pelo WhatsApp, que mostram supostas ameaças da moça contra o parlamentar. #Justiça