O Partido dos Trabalhadores aproveitou a noite de sábado, 13, para fazer uma publicação no #Facebook contra o deputado federal, #Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Em uma montagem, a sigla colocou a foto do parlamentar rodeada de supostos crimes por quebra de decoro praticados por ele. A maior parte das acusações já foram arquivadas.

Além de citar acusações apresentadas por filiados ao #PT e seus aliados, a publicação marcou o deputado e questionou o que faltava para ele ser cassado. A publicação também contém um link para um extenso artigo que critica o deputado e elenca seus supostos crimes.

O partido, que incluiu em uma de suas teses partidárias, a cassação do parlamentar, acabou obtendo uma recepção negativa com a publicação.

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Mesmo divulgando a postagem na página oficial do partido, que conta com mais de um milhão de seguidores, os comentários recebidos foram, em sua grande maioria, elogios ao deputado federal e críticas ao partido e seus principais filiados.

Dentre os comentários, houve pessoas questionando “O que Falta para o Lula ser preso” ou “Se for colocar as razões para Lula e Dilma serem presos, não sobrará espaço nessa publicação”. Internautas também reclamaram do partido perseguir o único representante da direita no país, bem como o único que não está envolvido com corrupção.

Abaixo, segue a publicação original na página verificada do partido. Dentre os comentários favoráveis a Jair Bolsonaro, muitos chegaram a ganhar mais de 2 mil curtidas.

Ações partidárias contra o impeachment

Há dez dias do julgamento final de Dilma Rousseff, o partido usa seus perfis em redes sociais para incentivar que militantes protestem contra o atual presidente, Michel Temer.

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O foco dos protestos são as arquibancadas das competições olímpicas, devido ao grande número de meios de comunicação de todo o mundo fazendo a cobertura da Rio 2016. Pela internet, o PT orienta que os militantes levem cartazes e camisetas para protestar contra Temer nos estádios e arenas olímpicas.

Impeachment de Dilma

No dia em que o Senado Federal aprovou, por 59x21, o julgamento de Dilma, o ex-presidente da república, Lula, realizou uma reunião em Brasília com deputados e senadores do Partido dos Trabalhadores. Na ocasião, ele admitiu que é pouco provável que Dilma escape do impeachment e convocou os políticos do partido para serem oposição ao governo Temer na Câmara e no Senado.

Dilma será julgada entre os dias 25 e 29 de agosto. A acusação tentará adiantar ao máximo as sessões para que a decisão final saia no terceiro dia de julgamento, mas a defesa já avisou que irá utilizar-se de todos os meios disponíveis para ajudar Dilma Rousseff.