Nesta sexta-feira, 05, a Coluna 'Radar' do site da Revista Veja publicou uma grave denúncia envolvendo a segurança da Câmara dos deputados. De acordo com a publicação, os seguranças ficaram tensos nesta quinta-feira, 04, com a possibilidade de atentado contra o juiz federal Sérgio Moro. Ele foi à uma sessão com deputados para discutir as dez medidas contra a corrupção propostas pelo Ministério Público Federal. A tensão era motivada pela possibilidade do juiz que comanda a principal investigação do país, a Lava-Jato, levar um tiro à queima roupa e ser assassinado aos olhos do Brasil.

O medo foi motivado, de acordo com a coluna da Veja, porque jornalistas e servidores andam e entram no local sem passar por revista, como também não passam pelos detetores de metal, que poderiam indicar se estão armados, por exemplo.

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A possibilidade de atentado contra o magistrado mais famoso do país levou a tensão aos profissionais acostumados a lidar com o perigo. Um dos seguranças teria dito que um tiro poderia ser dado contra Sérgio Moro. Por sorte, não houve qualquer hostilização ou atentado. Pelo contrário, ao andar pelos corredores da Câmara, o juiz paranaense foi aplaudido e ovacionado.  

O único ataque ocorrido contra Moro partiu de duas mulheres que cismam em apoiar a presidente afastada Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Elas gritaram que ele seria fascista, mas receberam olhares de reprovação de todos que estavam no local. Com o constrangimento sofrido, o melhor jeito foi mesmo ficarem caladas para não serem agredidas ou expulsas do local.

As duas, de acordo com a Coluna Radar, que não tinham permissão para ingressar no local, foram colocadas para dentro da sala pelo deputado do PT Paulo Pimenta.

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O parlamentar chegou a sugerir durante a reunião que se Moro fosse juiz nos Estados Unidos receberia a pena de morte por mandar interceptar ligações telefônicas de um ex-presidente e flagrar o atual chefe de estado. Paulo se esqueceu que até mesmo transmissões de TV não avisadas já derrubaram presidentes americanos.  #Justiça #Crime