O senador e grande oposicionista ao governo Dilma Rousseff, Ronado Caiado (DEM-GO), teve uma surpreendente notícia essa madrugada de segunda-feira (29). A sua sogra Odete Carvalho faleceu devido um infarto fulminante às 4:30h, em Salvador. A notícia emocionou o senador, que sempre tratava Odete como uma "mãe" para ele. Ela tinha 88 anos e era uma das pessoas que apoiava as falas do senador contra os petistas.

Por volta das 8h o senador postou uma foto de sua sogra e fez uma homenagem à ela, dizendo o quanto ela foi importante na vida dele. Caiado decidiu não ir ao enterro para estar presente no julgamento da presidente afastada Dilma Rousseff.

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Segundo seus assessores, o senador foi apoiado pela família a não perder a oportunidade de estar frente a frente com Dilma e fazer perguntas que mostrassem ao Brasil o lado obscuro do governo petista. 

Pensando em atender a sua falecida sogra, Caiado disse que lutará até o fim para afastar de vez Dilma. "Um dos desejos de minha sogra era que o país voltasse a crescer". "Ela me acompanhava sempre pela TV e me apoiava em tudo", disse o senador.

Ronaldo Caiado disse que esse "sacrifício" dele seria para o bem do país, mesmo a cabeça dele estando em Salvador no velório de sua sogra.

Canção de Caiado

O senador decidiu treinar um trecho da canção de Chico Buarque para cantar em provocação a Dilma durante o julgamento. Caiado disse que é um péssimo cantor, mas que fará o possível. Ele também ressaltou que tentará ficar calmo durante a sessão, apesar de não levar desaforo para casa. 

O parlamentar teme que a presença do cantor Chico Buarque e do ex-presidente Lula na Casa possa atrapalhar o andamento do julgamento. 

Ronaldo Caiado comentou que a sessão será de grande importância para o destino do país.

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"De um lado estará uma elite política que ficou 13 anos no poder e do outro lado estarão 200 milhões de brasileiros pedindo mudanças para o país melhorar", disse o senador.

No plenário também estarão presentes líderes de movimentos a favor do #Impeachment de Dilma Rousseff. #RonaldoCaiado #Senado Federal