Nesta terça-feira, 09, aconteceu a sessão do #Impeachment no Senado Federal, em Brasília. Os Senadores decidem como serão os trâmites da votação que deve ocorrer até o final desse mês e decidir o destino da presidente afastada Dilma Rousseff Partido dos Trabalhadores (PT). Ao ir no plenário defender a petista, a Senadora Vanessa Grazziotin, do Partido Comunista do estado Amazonas, a política decidiu criar um novo termo na língua portuguesa. Além de chamar Dilma de presidenta, o que para muitos teóricos é errado, ela disse que Dilma era "inocenta". Ao falar isso, a Senadora foi ridiculariza pelos seus colegas.

Esse não foi o único erro de português do dia.

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Grazziotin viu ainda uma pichação feita no Senado Federal que conteve outro erro. Na mensagem, manifestantes rabiscaram o carpete com 'Fora Teme'. A mensagem logo foi corrigida e o sobrenome do presidente em exercício, Michel Temer, do PMDB, foi colocado do modo correto. Até o fechamento desta reportagem, às 22h10 no horário de Brasília, os Congressistas continuavam a falar. Eles decidem os trâmites de como será a votação prevista para acontecer contra Dilma até o dia 29 desse mês. 

Nesta terça, ainda aconteceu outro momento de ridicularização no Senado Federal. Dessa vez, a polêmica foi contra a Senadora Gleisi Hoffmann, eleita pelo estado do Paraná. O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandovski, mandou que a mulher do ex-Ministro do Planejamento Paulo Bernardo calasse a boca.

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Como ela insistia em falar, o jeito visto pelo magistrado da mais alta corte do país foi mandar que os microfones de Gleisi fossem cortados. 

Ela ficou bastante irritada e esse momento rapidamente, é claro, repercutiu nas redes sociais. Gleisi já foi advertida outras vezes, assim como seus colegas que defendem Dilma, que alem de Vanessa inclui também Lindbergh Farias. Os esporros são dados porque eles acabam procrastinando todo o processo ao fazer inúmeros pedidos de ordem. Dessa vez, Hoffmann não conseguiu toda a atenção que queria.  #PT #Dilma Rousseff