Nicolas Maduro parece não ter limites quando o objetivo é tentar demonstrar poder para a população de seu país, a Venezuela. O território de esquerda passa por dificuldades tristes, tendo o povo famigerado nas ruas. Muitos até recorrem às fronteiras por um bocado de comida. No dia 29 de julho, por exemplo, Maduro chegou a dizer que era dele a presidência do Mercado Comum do Sul, o Mercosul. Sua posse foi cercada de muita pompa. Mas que posse? 

Graças à atuação do Ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra do #PSDB paulista, Maduro não é mais/nunca foi presidente do Mercosul. A atuação do chanceler brasileiro foi fundamental nessa mudança.

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O tucano fustigou e acabou enquadrando o líder bolivariano. José foi claro e avisou que se Maduro chefiasse o grupo econômico, que o Brasil pularia fora do barco. Não teve jeito. Ninguém quis perder o país mais forte do grupo e a decisão foi alterada. 

Não demorou muito para que José Serra conseguisse o apoio de outros líderes do bloco, como Horácio Cartes, do Paraguai, e Maurício Macri, da Argentina. Após uma conversa com o #Governo brasileiro, Maduro começou a mudar a postura. O mesmo já tinha sido feito por ele em relação ao discurso de que o processo de impeachment seria um "golpe parlamentar". José Serra anunciou que Maduro era um incapaz para chefiar uma área como o Mercosul por muitos motivos. "Alguém que não consegue governar o seu país não vai poder levar o Mercosul para um bom caminho’, detonou o Ministro das Relações Exteriores brasileiro. 

Além disso, o tucano citou o fato de que o presidente da Venezuela não quis cumprir nenhum dos acordos que poderiam levar ele a tal função.

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Dessa forma, agora deve ser usada uma proposta do presidente Maurício Macri, que cria embaixadores para dirigirem o bloco até o final do ano, período em que Maduro ficaria interinamente no posto. Em seguida, o próprio presidente argentino assumiria o cargo. Serra ainda disse que democracia não tinha preso político e que o Brasil não podia ver esses absurdos.  #Michel Temer