A denúncia de que #Marco Feliciano (PSC-SP) teria abusado de uma jovem e tentando agredi-la sexualmente em seu apartamento tomou os noticiários nessa quarta-feira (3). A denúncia partiu de um professor, que falou ter recebido o material que provava as tentativas de estupro do pastor. As supostas conversas de WhatsApp e vídeos estariam em um pendriver entregue a ele e a outras pessoas. O fato é que as imagens das conversas em que Feliciano faz investidas à garota já estão rolando em toda a rede. A suposta garota agredida fez um vídeo afirmando que nada disso havia acontecido.

O professor se chama Hugo Studart e fez a divulgação dos supostos abusos de Marco Feliciano à jovem garota em seu perfil de Facebook.

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A moça, e provável vítima, se chama Patrícia Lelis e havia sido uma aluna desse professor, por isso ele explica que recebeu o material dela, pois existia um laço de amizade entre eles. Depois de algum tempo que postou a revelação do escândalo do suposto #Abuso sexual e tentativa de estupro por parte de Marco Feliciano, o professor teria eliminado a postagem do Facebook.

Patrícia Lelis era uma militante do PSC e, de acordo com as conversas reveladas, ela teria recebido uma proposta do pastor. Ele teria prometido a ela um cargo comissionado no partido e uma boa oferta em dinheiro para que ela se tornasse a sua amante. Ao negar isso, a moça teria sido agredida pelo deputado pastor, que, de acordo com as informações, tentou a estuprar em seu apartamento funcional em Brasília.

A postagem contava que, no momento das investidas e agressões de Marco Feliciano, uma vizinha teria se assustado com o barulho e ido até o quarto onde os dois estavam para saber o que estava acontecendo naquele momento.

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Marco Feliciano teria aberto a porta e explicado a sua vizinha que estava tudo tranquilamente bem e os barulhos que ela estava a ouvir não estavam saindo de seu quarto, mas sim de outro.

Em vídeo divulgado recentemente, a ex-aluna do professor diz que todas as informações que foram divulgadas na grande mídia sobre esse caso não eram verdadeiras, ela pediu também para que as pessoas parassem de divulgar tais informações.