Esther Dweck  foi secretária de Orçamento do Ministério do Planejamento, no mandato de #Dilma Rousseff e seria ouvida como testemunha no processo de #Impeachment, porém, o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, desistiu, na data de hoje (26), de ouvir o seu depoimento,

Ao comunicar a sua decisão a Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo, Cardozo alegou que o prefere poupar a ex-secretária de algumas exposições, por conta das suspeitas que estavam sendo levantadas.

A acusação havia afirmado que Esther Dweck foi aliciada pela senadora Gleisi Hoffmann. Isso teria acontecido com a contratação de Ester para atuar no gabinete da senadora, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

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Em comentários, Gleisi disse não ver motivos para que ela deixasse de ser testemunha no caso. Falou ainda que a contratação só ocorreu em decorrência da sua experiência no assunto, que não havia sido nomeada ainda, e que não há nada que indique que ela iria depor a favor da presidente.

O fato de Esther ter experiência no assunto decorre de seu currículo, pois ela tem o título de Doutora em Economia, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Exerce também a função de professora adjunta no Instituto de Economia da UFRJ. Anteriormente, atuou como chefe da assessora econômica do Ministério do Planejamento e, em 2015, foi nomeada secretária do Orçamento do Ministério do Planejamento.

Outras testemunhas

A polêmica das testemunhas não se restringe apenas a esse caso. Antes dos trabalhos começarem na data de hoje, o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, solicitou que Ricardo Lodi Ribeiro passasse a depor não mais como testemunha de defesa, mas como informante.

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Como justificativa, foi dado o fato de Ricardo ter atuado como assistente de perícia no caso de impeachment da presidente.

Pediu também que Antônio D'Ávila preste seu depoimento como informante, uma vez que ajudou o procurador Júlio Marcelo a elaborar a peça usada na acusação da presidente. Ele, atualmente, exerce a função de auditor do Tribunal de Contas da União.

Caso os pedidos sejam acatados por Lewandowski, a defesa passará a ter quatro testemunhas, e não mais seis, como estava no cronograma inicial. #PT