O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), disponibilizou em sua página do Facebook, por volta das 14h desse sábado, 6, um vídeo onde comenta pela primeira vez as acusações que foram feitas contra ele no decorrer dessa semana.

Há alguns dias, surgiu um boato na internet de que uma jovem teria sido abusada sexualmente pelo parlamentar, entretanto, a mesma suposta vítima que blogs e publicações da oposição divulgaram, gravou dois vídeos para dizer que as acusações eram falsas, que ela nunca foi abusada pelo deputado e que estava gravando o vídeo em resposta aos diversos jornalistas que estavam ligando e ameaçando-a.

Na sexta-feira, 5, foi noticiado que a suposta vítima teria feito um boletim de ocorrência, alegando que foi obrigada a desmentir os fatos sob ameaça de um assessor do político.

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No vídeo desse sábado, Marco comenta que não quis se manifestar sobre o caso antes, pois, primeiramente, a acusação era falsa e surgiu em um blog, bem como viu que a suposta vítima havia gravado vídeos desmentindo os fatos. Entretanto, após buscar se informar sobre a veracidade do registro de um boletim de ocorrência, decidiu falar sobre o assunto.

O deputado afirma que não tinha conhecimento sobre o fato, supostamente, envolver seu assessor e que só conversará com o mesmo na segunda-feira, 8. Também reforçou que é inocente, que se colocou à disposição da justiça para as investigações e afirmou que com o tempo todos descobrirão a verdade e poderão se dar conta que tudo não passou de uma armação.

Abaixo, segue o vídeo gravado pelo parlamentar ao lado de sua esposa.

 

O político foi vítima de mentiras em 2013

Quando presidia a comissão dos direitos humanos na Câmara, o deputado foi acusado de homofobia e racismo, bem como a imprensa afirmou que ele teria criado um projeto sobre a cura gay.

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O polêmico projeto é o PDC 234/2011, de autoria de João Campos (PSDB-GO). O mesmo previa amparo e atendimento psicológico para os homossexuais que, voluntariamente, deixassem o homossexualismo. Como presidente da mesa, Feliciano apenas o colocou em votação. A maior parte da casa aprovou o texto, mas dois anos depois o deputado João Campos decidiu arquivá-lo. #Patrícia Lélis #Deputado Federal Marco Feliciano #Crime