Um assunto que está tomando as redes sociais e a mídia é o atual caso da jornalista Patrícia Lélis, que acusa o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) de um suposto #Estupro, e que em seguida o mesmo fez de tudo para que ela ficasse em silêncio. Além disso, Patrícia acusa Talma Bauer, assessor do deputado federal, em mantê-la presa em cárcere privado.

Recentemente a Polícia Civil mudou o rumo das investigações onde envolve a jornalista e o chefe de gabinete de #Marco Feliciano pelo fato de imagens da câmara de segurança de um hotel mostrar totalmente o oposto do que Patrícia havia relatado.

Acusações de que Bauer mantinha em cárcere privado a jornalista de 22 anos no Hotel San Rafael, localizado no Centro de São Paulo, para que a jovem não realizasse denúncia de estupro contra o deputado.

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Vídeos da câmara de segurança

O vídeo que será mostrado logo abaixo foi registrado no dia 30 de Julho, bem no final da tarde, onde mostra o assessor do parlamentar e Patrícia Lélis no lobby do hotel se abraçando. Já no dia 4 de agosto, a jovem aparece ao lado do assessor de Feliciano e com ela um amigo onde ambos estavam abraçados.

O delegado Luís Roberto informou que começara investigar a jornalista para saber se a mesma está cometendo crime de falsa comunicação de crime e extorsão. No dia 5, sexta-feira, a jornalista se apresentou em uma delegacia no Centro de São Paulo para registrar ocorrência contra o assessor de Feliciano. Já no dia 8, segunda-feira, com base nas imagens do hotel, o delegado descartou a possibilidade de Patrícia ter sido mantida refém.

A propina

Patrícia disse a polícia que em alguns momentos Talma Bauer fez ameaças diretas para ela, com um revólver na cintura, para que a jovem voltasse atrás das denúncias sobre Feliciano e caso isso não ocorresse, um mal poderia ocorrer a ela.

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No dia 5, sexta-feira, por volta das 23h30min, um amigo de Patrícia que também estava no hotel onde tais ameaças foram feitas, foi levado por um investigador da polícia para um breve depoimento sobre o caso. Segundo ele, a jornalista recebeu R$ 20 mil para que realizasse um vídeo dizendo que o deputado federal Marco Feliciano não tentou estuprá-la. A testemunha mostrou o vídeo para o delegado em que ocorreram as negociações para gravação do vídeo onde Patrícia teria que desmentir sobre o estupro, porém, tanto a jornalista, quanto o assessor do parlamentar negaram participação e envolvimento com este dinheiro.

Liberação

Bauer foi liberado no dia 5, sexta-feira. O delegado constatou que, baseado na nova testemunha e nos vídeos da câmara de segurança, não houve nenhuma ameça de morte contra Patrícia Leis.

Confira o vídeo onde mostra o encontro de Talma Bauer e Patrícia Lélis no hotel:

#Justiça