A atual #Política brasileira, fragilizada após tantos escândalos políticos, vem gerando mais uma polêmica: a mudança de governo foi a solução para os problemas do país? Na presidência de Dilma, não faltaram falhas: caixa dois, dinheiro sujo nas campanhas eleitorais, Mensalão, Petrolão e muita corrupção envolvida em todos os itens citados, falhas essas que comprovadamente já existiam no governo anterior, comandado por Luís Inácio Lula da Silva.

O povo brasileiro não mediu esforços para mostrar a sua indignação com tamanhos problemas políticos e as manifestações foram a maior prova disso. A solução encontrada pelo Poder Legislativo foi então o processo de impeachment, objetivando a retirada da, até aquele momento, presidente da República.

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Vale ressaltar que o processo visa julgar o governante por até oito tipos de crimes de responsabilidade. No caso de Dilma, depois de longo julgamento, ficou decidida a sua retirada, fazendo com que, automaticamente, o vice-presidente do país, Michel Temer, que mostrou bom relacionamento com o Congresso, assumisse o poder. Vale ressaltar que a abertura do processo de impeachment já havia sido autorizada em dezembro do ano passado.Porém, o que preocupa, é o número ainda significativo de brasileiros insatisfeitos com Temer ter assumido o poder.

O Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, conhecidos como MST, pede novas eleições, já que não concorda com a retirada da presidente. Michel Temer garante que programas como Bolsa Família, Fies e Minha Casa, Minha Vida permanecerão, porém algumas reformas ocorrerão, como a trabalhista, que segundo o atual presidente, terá uma jornada diferenciada.

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Temer também pretende alterar o regime de aposentadoria única, que passará a ser único independente da profissão exercida. Há ainda uma parcela da população que não quer nem Dilma nem Temer, encontrando como melhor solução a volta das eleições diretas, onde seriam os eleitores que escolheriam o novo presidente e não a Assembleia Legislativa que por sinal também perdeu muita credibilidade. #Impeachment #Congresso Nacional