O que vem sendo questionado por boa parte da sociedade brasileira, que é a tão comentada reestruturação ou reforma da Previdência no Brasil, somente irá ocorrer após a realização das eleições nos municípios, pois o governo de #Michel Temer, que assumiu o poder no Planalto Central, considerou que politicamente seria bem melhor que a ação se desse depois desse calendário eleitoral e por mais curioso que possa parecer, o PSDB que cobrava tanto de Temer e seus Ministros quanto a tratativa do assunto, repentinamente resolveu concordar com o adiamento da discussão. A postergação teve como cuidado básico evitar o desgaste dos políticos no poder e os resultados que poderiam advir da escolha dos candidatos pela população, uma vez que o ministro da Fazenda Henrique Meirelles intenciona que a idade mínima de 65 anos para se aposentar no país, possa ir além.

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Enfim, resumidamente, os técnicos da Fazenda trabalham em criar um "gatilho" que possibilite diante da elevação da expectativa de vida do cidadão, o aumento da idade mínima necessária para se aposentar ou ainda, que a aposentadoria só possa ser obtida na sua totalidade quando a pessoa completar os 70 anos de idade. Tanto é assim que através de uma reportagem veiculada no jornal “O Tempo”, um outro objetivo das autoridades é que essa ação de “calibragem” possa evitar que futuramente, novos projetos relacionados a reforma previdenciária tenham de acompanhar obrigatoriamente o envelhecimento populacional.

Faz parte dessa proposta por parte do governo, onde muitos estão torcendo o nariz para a mesma, que a contribuição do trabalhador obedeça no mínimo 50 anos para que só assim, ele possa conquistar o direito ao benefício integral, em substituição aos 35 anos vigentes atualmente.

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Nesse meio tempo as autoridades governamentais federais querem antes de enviar o texto descritivo ao Congresso nacional, que ela passe pela discussão dos empresários, centrais sindicais e demais parlamentares, foi o que ratificou Geddel Vieira Lima, ministro da Secretaria de Governo.

A agenda de encontro com as centrais está prevista para a próxima semana, até mesmo porque as entidades que representam os trabalhadores exigem participar da discussão do projeto em parceria com o governo, o que é extremamente coerente em benefício do Brasil como um todo. #Crise econômica #PrevidenciaSocial