No dia 31 de agosto, quando o Senado Federal votou a questão do #Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (#PT), eles não só decidiram o futuro política da mulher apoiada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas também de todos os brasileiros. A votação, apenas para relembrar, acabou sendo dividida em duas partes. Na primeira delas, foi a votos a questão da cassação do mandato de presidente de Dilma. Nesse pleito, ela foi derrotada. Com isso, Michel Temer, do PMDB, até então em posição interina, virou o chefe de estado definitivo do Brasil.

A segunda votação foi sobre os direitos políticos da petista.

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De maneira polêmica, os Senadores decidiram que Rousseff poderia sim concorrer a novos cargos públicos, já neste ano, como atuar em uma universidade, por exemplo. 

Essa notícia foi muito comemorada na época. Alguns senadores, após a votação, disseram que ficaram confusos com a divisão do pleito. Na dúvida, a ação que foi observada pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, acabou tendo voto favorável à petista. Por conta desse impasse, os contrários ao PT e a Rousseff entraram com uma ação na mais alta corte do país. 

De acordo com uma nota publicada neste sábado, 24, pela coluna 'Radar', do site da Revista Veja, o círculo mais íntimo da ex-presidente já planeja seu retorno triunfal à política. O plano revelado, de certo modo, novamente envolve todos os brasileiros.

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Isso porque ela quer tentar o cargo de senadora do Rio Grande do Sul em 2018. Atualmente, no estado, a legenda tem uma Congressista eleita, Gleisi Hoffmann, acusada de bancar sua campanha com a ajuda de dinheiro roubado no escândalo do 'Petrolão'. 

Caso consiga vencer, Dilma poderá votar leis importantes para todos nós, até mesmo algumas polêmicas, que Temer tenta avançar, como a da previdência. Isso, é claro, caso até 1.º de janeiro de 2019 elas ainda não tenham sido resolvidas. Não chega a ser um delírio de Dilma. Isso porque, nas próximas eleições, cada eleitor pode votar em dois senadores. #Dilma Rousseff