Uma nota foi divulgada pela ANJ (Associação Nacional de Jornais), na qual condena as manifestações que ocorreram na última quarta-feira (31). Manifestantes não satisfeitos com o resultado do processo de #Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff atiraram canivetes em frente a fachada do jornal "Folha de S.Paulo"

Policiais enfrentaram manifestantes na praça Roosevelt, em frente à sede do jornal da Folha. Os chamados "black bloc" tentaram entrar a força no prédio do jornal. A fachada foi depredada com canivetes e arremessaram pedras. 

Em nota, a ANJ disse que repudia ameaças e agressões contra jornalistas feitas pelos manifestantes contrários ao resultado do impeachment da ex-presidente Dilma e também repudia as ações de policiais militares, que segundo a ANJ, quebraram equipamentos fotográficos de profissionais que estavam corretamente identificados. 

Em quatro pontos da cidade de São Paulo foram protagonizados manifestos.

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Ao menos quatro pessoas ficaram feridas e um policial também se machucou. No início da Avenida Paulista, o ato começou pacífico, porém na rua da Consolação aconteceu o primeiro confronto com os policiais. A Secretaria de Segurança do Estado de São Paulo avaliou que quando manifestantes começaram a atingir policiais com pedras e incendiar montantes de lixos, foi o momento em que a polícia começou a reagir. Para barrar protestos, utilizaram bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. 

A nota da ANJ também frisou que os acontecimentos colocam em risco a integridade física de profissionais de mídia, e corrompe o exercício da sociedade, que deve ser devidamente informada. "Não se pode confundir o direito à #Manifestação com vandalismo, nem manutenção da ordem com violência e censura."  

Outras cidades também ficaram marcadas por manifestações e conflitos, entre elas, Brasília, que deteu três pessoas.

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Em Porto Alegre, a sede do PMDB foi alvo de depredação. No Rio de Janeiro, 500 pessoas foram às ruas protestar, porém não houve nenhum incidente registrado pela Polícia.  #Dilma Rousseff