O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta, talvez, a pior fase de toda sua vida política e pessoal. Processos, inquéritos e o caminho cada vez mais próximo de levá-lo à prisão, são motivos de extrema preocupação. Após a consumação do #Impeachment de sua "pupila", a também, ex-presidente Dilma Rousseff, os ventos parecem ter tomado outro rumo.  #Lula enfrenta indiciamento pela prática de crimes de #Corrupção passiva, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro, sob âmbito da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. Os inquéritos que investigam a real propriedade do sítio Santa Bárbara, em Atibaia, interior de São Paulo e a posse do apartamento de luxo tríplex, localizado na praia de Astúrias, em Guarujá, no litoral do mesmo estado, estão sob comando de apurações da força-tarefa da Lava-Jato, que é comandada pelo juiz Sérgio Moro, que alcançou  enorme prestígio popular, devido ao seu trabalho de combate à corrupção da Petrobras.

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Desânimo e insônia acompanham ex-presidente

O impeachment de Dilma Rousseff, deixou Lula com ânimos em frangalhos, além de lhe ter "tirado o sono". O grande receio é a possibilidade cada vez mais presente, de que ele seja preso, com base em vários processos, inquéritos abertos e indiciamento em crimes relativos à corrupção. Além disso, Lula vê sua própria família enfrentando processos na Justiça, como por exemplo, sua esposa Marisa Letícia, que também foi indiciada por crime de corrupção e lavagem de dinheiro, em razão do caso do tríplex do Guarujá. Antes, acreditava-se em um ex-presidente que se alimentava por uma "democracia ideológica", porém, com o passar dos meses e aprofundamento das investigações, o que se viu foi um ex-mandatário mergulhado em processos de corrupção, embalado em "populismo demagógico".

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Lula acabou derrapando nos princípios éticos, morais e republicanos. Um grande número de inquéritos que podem se tornar processos, como alguns já se tornaram, fazem parte de uma contagem regressiva, que podem ter como desfecho, a utilização de tornozeleira eletrônica e prisão. A defesa ainda tentou, várias vezes, retirar das mãos do juiz Sérgio Moro, alguns processos enfrentados pelo ex-presidente, porém sem sucesso.