O protesto contra o presidente Michel Temer começou neste domingo (04), por volta das 15 horas, em frente ao MASP e logo foi reunindo um grande número de pessoas. A divulgação foi feita principalmente através das redes sociais, onde eram postadas fotos e muitos se dirigiram para o local. A iniciativa foi dos movimentos "Frente Brasil Popular" com o "Povo Sem Medo".

Os manifestantes querem novas eleições presidenciais, pois, após o impeachment de Dilma Rousseff, o vice, do PMDB, assumiu a presidência, mas vem contando com forte resistência popular. Em um certo momento, o clima ficou tenso, pois a Tropa de Choque se posicionou em frente ao Fórum e as vaias começaram.

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Um dos manifestantes lançou uma lata e cerveja contra os policiais, mas eles não revidaram, apenas se protegeram com os escudos.

Na quinta-feira, dia 1º de setembro, a Secretaria de Segurança Pública chegou a anunciar que nenhum ato de manifestação seria tolerado na avenida Paulista. A decisão foi tomada em uma reunião que contou com os comandos da Polícia Civil e também da Militar. A explicação para a tomada de uma decisão tão polêmica é que o protesto viria a atrapalhar a passagem da tocha paralímpica, que já estava programada para fazer o percurso, passando por uma das principais avenidas de São Paulo.

Os movimentos "Frente Brasil Popular" e "Povo Sem Medo" divulgaram uma nota informando que de forma alguma tinham como objetivo, obstruir a passagem da tocha paralímpica e que faziam questão de mudar o horário para não haver nenhum tipo de problema e assim foi feito.

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O protesto, que antes estava marcado para as 14 horas, foi programado para as 16h30. Apesar dos manifestantes terem se reunido um pouco mais cedo do que foi combinado, não houve nenhum tipo de transtorno.

Fotos da manifestação vêm sendo compartilhadas nas redes sociais e muitos ainda estão se dirigindo para o local, não havendo, assim, nenhuma previsão para que a avenida Paulista seja liberada.

Pelas imagens, é possível ver que um grande o número de pessoas já está no local protestando, querendo novas eleições presidenciais.

#Protestos no Brasil #Michel Temer #Crise-de-governo