O presidente do Brasil, Michel Temer, do PMDB, teria ficado emocionado nesta sexta-feira, 02, durante sua visita à China. O governo local diz que seu governo é legítimo e que ele não é "falsificado" ou "golpista", como a agora oposição o insulta. Para coroar a ligação entre os dois países, segundo informações da Revista Veja, os chineses anunciaram um aporte que deve turbinar a economia brasileira, injetando pelo menos R$ 15 bilhões. No domingo, 04, o peemedebista se reúne para uma reunião do G-20, que envolve os vinte países mais ricos do mundo. O principal objetivo da viagem do novo presidente é mostrar que o Brasil não somente está estável, como também todo o dilema político local foi superado.

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Além disso, a ajuda financeira bilionária serve para mostrar que ainda mantemos relações com outros países.

Isso se torna ainda mais importante no sentido que muitos países da América do Sul, Venezuela, Bolívia, entre outros, disseram não reconhecer o impeachment de Dilma ou fazer críticas a Temer. Esses países tem raízes bolivarianas, considerados mais para a política de esquerda, que é a que se aproxima mais do Partido dos Trabalhadores (PT), do que a legenda de Michel, o #PMDB. Já países mais neoliberais apoiaram com clareza o novo presidente, como foi o caso da maior economia do planeta, os Estados Unidos, e agora da segunda maior, a China. O Brasil é o maior exportador de carne do mundo. Quem mais recebe o produto é justamente a China.

O país muito populoso tem dificuldade de produzir diversos alimentos, por isso, a parceria com o Brasil é até uma questão de sobrevivência.

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Isso porque além de carne, o país é o maior ou um dos maiores produtores de diversos artigos comuns na mesa dos chineses, como o arroz ou o trigo. Temer enfatiza agora que todas as medidas necessárias serão tomadas. A CBSteel foi uma das que oficializou um acordo de US$ 3 bilhões (R$ 9,75 bilhões para siderurgia no Maranhão. Outras empresas fizeram ações parecidas. O resultado foram os R$ 15 bilhões anunciados na reportagem.  #Michel Temer