#Michel Temer chegou à presidência da República, após o polêmico impeachment de Dilma, e não perdeu tempo em fazer várias mudanças quanto aos programas e planos que estavam planejados e agendados pela petista. Tal como informa o site “Notícias ao Minuto”, Humberto Costa, durante um ato de apoio, que também contou com a presença de Lula, revelou que o novo programa aprovado por Temer, chamado PPI, não incluiu várias obras que estavam sendo feitas na região e com as quais Dilma já tinha firmado seu compromisso. “Temer não gosta do nordestino”, garantiu o petista, para o choque de muitos brasileiros que estão vivendo no Nordeste.

A situação política do país está vivendo uma enorme crise e, por isso mesmo, à medida que a instabilidade prossegue, as divisões entre partidos e forças políticas se acentuam cada vez mais.

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É precisamente isso que se tem verificado com a recente atribuição da Presidência a Michel Temer e com a força petista, que defende que a Constituição e a vontade do povo nunca foram respeitadas durante todo esse processo de destituição.

Um das primeiras grandes medidas de Michel Temer foi fazer com que haja mais rigor na atribuição da Bolsa Família, obrigando que vários dados pessoais sejam automaticamente cruzados e fazendo com que muitas “mamatas” sejam finalmente eliminadas. Contudo, a outra mudança realizada pelo #Governo que parece estar sendo severamente criticada no seio do #PT  foi a não existência de compromissos para finalizar obras importantes no Nordeste do país, que foram iniciadas com a iniciativa de Dilma.

Como informa o site “Notícias ao Minuto”, Humberto Coelho garantiu que o atual presidente não gosta do nordestino, dando a entender que discriminou essa mesma região ao não terminar os compromissos de finalização de obras importantes para o local.

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Nas redes sociais, muitos brasileiros, principalmente apoiantes do partido, garantiram estar em choque pela forma como Temer está tentando modificar radicalmente o que estava sendo feito para modernizar certos locais do Nordeste do país. Sendo que a próxima eleição para um novo presidente da República está agendado para o ano de 2018, a guerra entre as forças políticas terá, naturalmente, tendência para aumentar, à medida que o tempo passa e a crise não permite a estabilidade política.