A decisão contraditória ao exposto na Carta Magna brasileira emitida pelo Senado, deixou muita gente indignada. Além de senadores e deputados federais que decidiram iniciar ações no STF para derrubar o fatiamento da votação do #Impeachment, um membro da família real brasileira decidiu reforçar o grupo de pessoas contrárias a manutenção dos direitos políticos de Dilma.

A peça foi protocolada na manhã dessa quinta-feira, 1, e pede que a decisão de Ricardo Lewandowski seja suspensa. Luiz Philippe de Orleans e Bragança, além de ser descendente da família real que comandou o país por muitos anos, também é líder do movimento pró-impeachment ‘Acorda Brasil’.

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Até o momento do fechamento dessa matéria, ainda não tinha sido designado um relator para o mandado impetrado.

Entenda o caso

Na data de ontem, o Partido dos Trabalhadores apresentou, na sessão de votação do impeachment de Dilma, um destaque que pediu para que houvesse duas votações: uma para cassar o mandato e outra para cassar os #Direitos Políticos da ex-presidente, permitindo que ela tivesse a chance de continuar atuando em alguma função pública, mesmo após ser destituída do cargo.

A proposta foi criticada no Senado, através de embasamento jurídico e histórico, pelos senadores Fernando Collor, Cássio Cunha Lima, Aloysio Nunes e Ronaldo Caiado. Entretanto, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, acatou o pedido para evitar uma suspensão da sessão, não descartando que aqueles que se sentissem lesados impetrassem uma ação para eventual derrubada da decisão.

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O ‘fatiamento’ da votação foi comemorada pelos defensores de Dilma, mas acabou revoltando muitos parlamentares. Ronaldo Caiado e Cássio Cunha Lima, anunciaram que entrarão com uma ação para suspender a decisão. O deputado federal, Onyx Lorenzoni também anunciou que, em conjunto com outros membros da Câmara dos Deputados, iria entrar com uma ação contrária a manutenção dos direitos políticos de #Dilma Rousseff. Até o momento, há a confirmação de dois mandados de segurança já protocolados no Supremo.