Um cachorro, chamado "Nego", chegou a ser a estrela da campanha de #Dilma Rousseff, em 2010. Na gravação da campanha, Dima jogava uma vareta na beira de um lago, para que o cachorro pudesse buscar. Seria uma forma de tentar mostrar a imagem de uma presidente "carinhosa", "amiga" e de bem com a vida. 

Com o julgamento de Dilma concluído e sua cassação confirmada, a ex-presidente retornará para Porto Alegre, porém seu cãozinho ficará em Brasília. Ela herdou o "Nego" em 2005, quando o animal foi deixado na residência oficial da Casa Civil pelo ex-ministro José Dirceu.

Um veterinário sugeriu que a ex-presidente não levasse o cão para essa viagem longa, pois ele estava doente e poderia não aguentar.

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"Nego" tem 14 anos e está com a saúde muito frágil, não consegue caminhar direito e nem se alimentar.

Dilma decidiu deixar o cãozinho em Brasília e conversou com um de seus assessores para que cuide do animal. Ela fez questão de evitar que o cão fosse dado para seu sucessor.

A petista vai levar para a capital gaúcha seu outro animal, uma cadela, "dachshund Fafá". Esse animal de estimação foi encontrado por Dilma em uma rua, enquanto a ex-presidente fazia suas caminhadas matinais. Ela resolveu cuidar da cadela e agora pretende levar a cadelinha para Rio Grande do Sul.

Novo animal

Com a saída de Dilma, "Fafá" e "Nego" darão espaço para um novo cãozinho. O presidente Michel Temer levará para o Palácio do Alvorada, o cachorrinho "golden retriever Thor", animal de estimação de seu filho, Michelzinho.

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Impeachment

A defesa da presidente cassada Dilma Rousseff entrará com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF)  para tentar anular o julgamento de #Impeachment. Um dos argumentos da defesa é que os senadores já declararam voto contra a petista antes mesmo de começar o julgamento.

De acordo com a Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, um juiz não pode declarar seu voto, pois fere o direito de defesa. O advogado de Dilma, José Eduardo Cardozo, comentou que a denúncia contra a ex-presidente colide com a Constituição de 1988. #Michel Temer