Nesta terça-feira, foi o último dia de Dilma Rousseff nas dependências do Palácio da Alvorada, todavia, não compareceu ao encontro de todas as manhãs para as famosas pedaladas. Talvez porque estivesse preocupada com arrumação final de seus pertences, pois seguiu à tarde para o estado do Rio Grande do Sul, local em que reside parte de sua família.

Durante toda a semana, a ex-presidente resolveu monitorar toda a organização de seus objetos pessoais, cuidando pessoalmente de cada embalagem, todos os bens foram transportados para Porto Alegre, em caminhões fechados tipo 'baú'. Com relação às despesas de fretamento e os serviços utilizados pela ex-presidente, foram previamente negociados com o Governo Federal.

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Em uma publicação do jornal "Folha de S. Paulo", revelou-se por meio dos responsáveis pela liberação e contratação dos caminhões, que, cada veículo possuía capacidade de 20 toneladas e coletaram pelo valor orçado em R$ 15 mil para cada caminhão lacrado.

A ex-presidente em uma de suas viagens anteriores já havia deixado, de pronto, um galpão alugado na cidade para eventual decisão do impeachment, ou seja, caso fosse afastada em definitivo, o local estaria à disposição para acomodar sua mudança. Também foi observado que uma pequena parte dos pertences que contém objetos pessoais ficará em seu apartamento, na cidade gaúcha.  

Entenda o que tudo aconteceu

#Dilma Rousseff foi afastada da presidência da República devido à instauração de um processo de #Impeachment em seu desfavor na Câmara dos Deputados.

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Logo após votação ocorrida no plenário da Casa, o processo foi encaminhado ao Sendo Federal para o procedimento final presidido pelo então, Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski.

O processo fez parte da pauta do dia 31/08 no plenário do Congresso Nacional em que decidiram pelo afastando definitivo de Dilma Rousseff. Com visibilidade internacional, o impeachment, foi concluído apesar de uma sentença polêmica, a qual se encontra com fortes questionamentos na Corte Superior, pelo não cumprimento da condenação cumulativa da inabilitação para assumir cargos públicos.

De resto, o vice-presidente #Michel Temer o qual se tornou presidente efetivo, deve exercer o cumprimento integral do restante do mandato da petista, ou seja, dois anos e quatro meses.