A ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), tem um problemão para resolver. Depois de ser destituída por 61 Senadores, ela perdeu o chamado foro privilegiado, que permitia até então que apenas o Supremo Tribunal Federal (STF) pudesse julgá-la. Os Congressistas que destituíram a petista tiveram mais de 83 milhões de votos e indicam que a companheira política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ser enviada para as mãos do juiz federal Sérgio Moro, que coordena a principal investigação do Brasil contra a corrupção, a Lava Jato. De acordo com o site 'Diário do Poder', em matéria publicada nesta terça-feira, 06, a petista foi citada pelo menos por onze delatores de forma grave na investigação. 

Entre os ex-comparsas que denunciam Dilma, estão nomes como o do Senador Delcídio do Amaral.

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Apenas ele fez setenta e duas denúncias contra a primeira mulher eleita do país. Rousseff, segundo informações do colunista Claudio Humberto, costuma dizer que é honesta de tudo o que é acusada e que não existe um processo contra ela, mas que isso deve demorar pouco para mudar, tendo Dilma à caminho de Curitiba, onde despacha o homem que foi eleito uma das cem personalidades mais influentes do planeta pela Revista americana Time.

Antes disso, a própria Constituição impedia que até o Supremo tivesse dificuldades de processar Dilma. Isso porque o artigo 86 do conjunto de leis do Brasil determina que só se pode investigar Presidente por crime cometido no mandato. Como a petista não é mais presidente, esse impedimento não existe mais. Agora ela pode sim ser julgada pelo o que aconteceu antes, inclusive, o sistema de propina que roubou o Brasil através de sua maior estatal, a Petrobras

Apenas o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria mais citado que Dilma, como o chefe da quadrilha que roubava a estatal.

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O 'Diário do Poder' fala em 136 referências contra o ex-presidente. O problema é que não há um prazo para o acerto de contra entre Rousseff e Moro. O que ele vai esperar?  #SérgioMoro #Dilma Rousseff