O embaixador da Grã-Bretanha, Alexander Ellis, comentou em uma entrevista, que o Brasil merece o respeito de todos sobre o seu processo político. "Nós vamos trabalhar junto com o #Brasil, pois é um país que cresceu muito nos últimos tempos". De acordo com Ellis, a Grã-Bretanha não tem o direito de julgar as ações tomadas pelo Congresso Nacional Brasileiro e por mais que o país esteja em um momento delicado de troca de presidente, ainda é muito forte na economia e passará rapidamente por essa turbulência.

O embaixador disse que as movimentações políticas dos parceiros da Grã-Bretanha são sempre acompanhadas, e as vezes é dado alguma opinião.

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"Mas isso acontece de uma forma em geral, disse Ellis. Vários países também comentaram a nossa saída da União Européia.

Segundo o embaixador, a relação entre Brasil e Grã-Bretanha não irá alterar em nada. Não existe nada que justifique qualquer mudança.

Quando perguntado sobre a saída do embaixador da Venezuela do país, por ordem do #Governo de Maduro, Alexander riu e disse que quer ficar no Brasil e continuar trabalhando no país. "Os investimentos continuarão na saúde, educação e energia e essa parceria continuará firme", ressalta Ellis.

Olimpíadas

Em relação às Olimpíadas que aconteceram no Brasil, Alexander comentou que foi um espetáculo e o país se mostrou capaz de realizar qualquer evento dessa dimensão. "Foi um sucesso", disse o embaixador. Alguns problemas surgiram, mas em todos os países foram assim também, é algo natural.

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A visibilidade internacional do Brasil teve grande efeito após os jogos e isso trás mais confiança aos investidores. "A Paralímpica também será um evento de sucesso no país", comentou Ellis,

Críticas

A imprensa britânica chegou a fazer duras críticas ao processo de impeachment que julgou a presidente cassada Dilma Rousseff. Porém, no momento há uma grande expectativa da economia brasileira voltar a crescer e isso está entusiasmando outros países que querem manter a parceria com o Brasil. O governo britânico, até agora, não sinalizou nenhuma restrição ao governo de Michel Temer#Michel Temer