O ex-presidente Fernando Collor escreveu a sua opinião sobre o julgamento do Senado da ex-presidente Dilma Rousseff. Collor não gostou da atitude do Senado e disse que o julgamento dele foi totalmente diferente de Dilma. Mas por que isso? 

De acordo com o ex-presidente, a única semelhança dos processos é a data 1° de setembro, pois em 1992, entidades entrarão com representação contra Collor e 25 anos depois juristas denunciaram #Dilma Rousseff. Todos os outros fatos que envolvem o processo da petista, tiveram ações diferentes das ocorridas em 1992 e isso está perturbando o ex-presidente.

Comparações

O tempo gasto para discutir e julgar o processo de Collor foi de apenas 4 dias, lembrando que a Constituição era a mesma, o rito era o mesmo, porém as ações foram outras.

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O processo de impeachment de Dilma durou o triplo do tempo de Collor. Em 92, a apresentação da denúncia contra Collor e a aceitação do processo na Câmara dos Deputados ocorreram no mesmo dia, e após período de dois dias foi instalada a comissão de impeachment. 

Analisando o processo de Dilma, o tempo foi outro. Em 2015 a denúncia contra ela foi feita em 1° de setembro e apenas depois de 198 dias é que foi instalada a comissão especial.

Collor comentou, na publicação, que ele não participou de sua defesa no Senado e Dilma já teve sete participações, com advogado e ministros lutando pela sua permanência no cargo.

Senado Federal

Segundo Collor, os dois processos deveriam ser finalizados na mesma condição, pois está na Constituição e se baseiam das mesmas leis. O Senado acabou reescrevendo a Constituição, distorcendo os fatos e julgando de maneiras diferentes.

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O Brasil ficou com leis inexistentes e foi criado, pelo Senado, uma grande insegurança na Justiça Brasileira.

O ex-presidente ainda ressaltou que ele renunciou e mesmo assim perdeu todos os direitos políticos,ou seja o Senado não "colaborou" com ele ao entender a sua renúncia. Mas e Dilma? Dilma não renunciou, se defendeu de todas as formas e no instante final teve todos os direitos públicos garantidos. #FernandoCollor #Senado Federal