O candidato para prefeito do #Rio de Janeiro, Flávio #bolsonaro (#PSC), deu entrevista comentando as propostas de sua campanha. Ao falar sobre a Parada Gay, Bolsonaro disse que o evento não terá nenhum centavo de patrocínio, caso ele seja eleito. Segundo o candidato, a prefeitura está sem dinheiro e existem coisas mais importantes para investir do que num evento como esse. A Parada Gay não será proibida, porém não terá recursos da prefeitura. O dinheiro destinado à esse evento será investido na saúde, complementa Bolsonaro. 

Bolsonaro ressaltou que sua administração será marcada pela "austeridade fiscal". "Eu vou perguntar para as pessoas do Rio de Janeiro: Se a gente tiver 1 real, o que vocês preferem: investimento na Parada Gay ou na Saúde?", comentou Bolsonaro.

Em relação aos Direitos Humanos, o candidato afirmou que mudará o foco da secretaria.

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Será criado programas de atenção para as vítimas de criminosos, fornecendo assistência psicológica para toda a família.

Gestão Paes

Flávio Bolsonaro falou um pouco sobre a gestão de Eduardo Paes. Ele disse que o prefeito deveria ser mais enérgico em algumas situações. Por exemplo, durante as Olimpíadas, passavam ônibus de minuto em minuto, agora não está mais funcionando assim. "Falta ônibus e quando tem, está lotado", diz Bolsonaro. 

O candidato criticou a forma como Eduardo Paes chegou ao seu mandato, fornecendo cargos para vários políticos e depois acaba ficando "preso", dependendo de vereadores para a liberação de obras. "Hoje em dia, isso está falido no cenário político, é uma mentalidade que o PT sempre se utilizou".

Desmaio

Durante um debate na TV Bandeirantes, Bolsonaro desmaiou e os críticos do deputado disseram que ele ficou com medo de enfrentar os adversários.

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O candidato reagiu dizendo que isso era uma grande besteira, que terão mais debates pela frente e ele encarará frente a frente qualquer adversário. O desmaio aconteceu, segundo ele, devido o excesso de trabalho, ocasionando uma má alimentação. "Foi simplesmente um problema médico".