Nesta quinta-feira, 29, o jornal 'Folha de São Paulo' publicou novidades a respeito de um corte feito pelo governo do presidente do Brasil, #Michel Temer, do PMDB. O peemedebista decidiu dar descontinuidade ao uso da propaganda institucional em sites e blogs considerados petistas ou que somente falassem bem do governo federal. Um dos editores desses sites afetados é o jornalista Paulo Henrique Amorim, que também apresenta o 'Domingo Espetacular' na Rede Record de Televisão. O blog dele, o 'Conversa Afiada', foi um dos treze sites que acabou perdendo a chamada "boquinha". 

De acordo com Michel Temer, o dinheiro que ia para esse tipo de publicidade agora será voltado a sites e portais mais isentos.

Publicidade
Publicidade

Isso não significa que tais blogs nunca mais receberão dinheiro desse tipo de verba. No entanto, durante a gestão do peemedebista, isso deve ser mais difícil de ocorrer. Uma das possibilidades é o patrocínio de matérias sobre cuidados com a Dengue e outras mazelas da saúde que atingem o povo brasileiro de norte a sul do Brasil. Algumas campanhas, como a contra o vírus do HIV, por exemplo, acabam tendo um foco em um público jovem e em sites que não costumam falar de política.

De acordo com informações do site da Revista Veja, encontradas na coluna do jornalista Reinaldo Azevedo, os sites que perderam o patrocínio são o 'Brasil de Fato', 'Viomundo', 'Sidney Rezende', 'Portal Fórum', 'O Cafezinho', 'Brasil Econômico', 'Opera Mundi',  Blog do Luís Nassif, Diário Centro do Mundo, Carta Maior, Brasil 247 e o já citado, representado pelo apresentador da TV Record, o 'Conversa Afiada'. 

Cortes e mais cortes

No ano passado inteiro, apenas esses sites mencionados receberam a quantia de R$ 5,1 milhões.

Publicidade

Em seis meses desse ano, já pegando o corte dado por Temer, esse valor diminuiu para R$ 1,54 milhão. De acordo com a 'Folha de São Paulo', o site que representa o comunicador da TV Record recebeu R$ 333 mil. Esses valores eram divididos entre as estarias brasileiras, como o Banco do Brasil e a Petrobras.