Vídeos que mostram uma irregularidade eleitoral estão sendo divulgados na internet e causando grande polêmica. A página do Bispo Rodrigo Pires, da Igreja Mundial do Reino de Deus, exibe publicações em que ele pede votos na igreja. Em determinados momentos, ele fala que "em nome de Jesus" os evangélicos podem mudar o país. As imagens exibem Rodrigo apresentando o tio, que também é bispo, Marcelo Pires. Ele é candidato ao cargo de vereador na capital do Paraná, Curitiba. De acordo com uma matéria publicada aqui na Blasting News, o Ministério Público teria proibido a ação. A lei garante que manifestações de pedidos de votos em igrejas é ilegal.

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O espaço religioso e a própria #Religião em si configuram não só um crime, como também um absurdo. Para os críticos, a situação é apenas uma manipulação da população. Políticos e religião sempre caminharam lado a lado, especialmente no Brasil. Muitos, especialmente nas igrejas evangélicas, costumam se mostrar devotos e aproveitam para tentar o apoio dos fiéis. Outra crítica é o fato de instituições religiosas não pagarem impostos no Brasil, o que faz com que muitas virem suspeitas de lavarem dinheiro para os próprios candidatos que as usam como palanque. 

O bispo sobrinho do candidato afirmo que  Marcelo foi escolhido pelo Apóstolo Valdemiro Santiago para representar a Igreja Mundial na política, apoiando evangélicos e pessoas necessitadas. A Igreja Mundial é conhecida por pedir dinheiro na televisão e até mostrar "milagres" ao vivo.

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Valdemiro já chegou a ter os bens bloqueados pela justiça por algumas irregularidades. É possível ver que um dos vídeos que está dando o que falar foi gravado dentro do templo e que ele estava lotado.

Agora o que muitos internautas pedem é que haja uma séria investigação do poder público para com as igrejas. "Gente, isso é caso de prisão. Estão usando a fé das pessoas em troca de pilantragem. Por isso, o Brasil não vai para frente e é lotado de exemplos de corrupção", diz um eleitor no Facebook.

Veja abaixo um dos vídeos que mostram a irregularidade:

#Eleições 2016