Uma das responsáveis pelo pedido de #Impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a advogada Janaína Paschoal, fez críticas contra todas as ações que estão sendo enviadas ao #STF que buscam o impedimento do exercício nas funções públicas de Dilma, como conclusão da condenação.

Janaína usou o Twitter para se manifestar contra tais ações. Ela alertou que o Supremo Tribunal Federal poderá reabrir todo processo e, por consequência, fazer com que a sessão do julgamento, abrangendo a decisão votada que afastou a petista de uma vez por todas do cargo da Presidência da República, seja anulada.

Na rede social, ela disse que é uma verdadeira imprudência de partidos políticos, assim como dos movimentos a favor do impeachment, contestarem a decisão, que foi uma das maiores conquistas do povo brasileiro, além de estarem dando a possibilidade da Corte reverter uma histórica decisão.

Publicidade
Publicidade

Segundo ela, a maior conquista que já tivemos nos últimos tempos.

Ela implora por tudo neste mundo que os partidos que ainda não recorreram ao STF sobre a decisão em retirar os direitos de #Dilma Rousseff, para não tomarem nenhum tipo de ação semelhante. E pede ainda aos que já tomaram a decisão em recorrer ao STF, que desistam dessas medidas impostas.

A advogada informou que não irá correr atrás da decisão que dividiu a sessão de julgamento de Dilma, mesmo que tal decisão contrarie a Constituição Federal de 1998. A Constituição é clara quando diz que, se condenada por crime de responsabilidade, a ex-presidente deveria perder seu mandato 'juntamente' com a inabilitação de funções públicas.

Ricardo Lewandowski, presidente do STF, decidiu que a votação fosse baseada no Regime Interno do Senado Federal e não na CF/88, aceitando, portanto, pedidos dos senadores a favor de Dilma Rousseff, para que o julgamento ocorresse separadamente.

Publicidade

Então a perda do mandado foi aprovada pela grande maioria dos senadores, porém, a inabilitação de suas funções públicas foi rejeitada.

Em suas publicações nas redes sociais, Janaína Paschoal lembra que a soberania e a decisão final sobre o impeachment é do Senado.