A revista Veja desse fim de semana, divulgou que o ex-ministro, Joaquim Barbosa, foi ‘abordado’ para ser o vice de Marina Silva nas #Eleições presidenciáveis de 2018. Marina já se candidatou para a presidência duas vezes: em 2010 e 2014. Atualmente, pesquisas apontam Marina como uma das preferidas para o pleito, ao lado de Aécio Neves (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSC).

A informação ainda não foi confirmada ou desmentida pelo ex-ministro ou pelo partido de Marina, a REDE. Independentemente de ser verdade ou não, vale lembrar que Joaquim já foi um nome cogitado para eleições de nível nacional.

O que Marina e Joaquim pensam sobre o impeachment

Marina, em determinado momento da crise #Política, foi contra o impeachment de Dilma, depois de um tempo, alegou ser a favor e aconselhou os deputados de seu partido a apoiarem o impeachment.

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Na sexta-feira, 2, foi divulgado que seu partido protocolaria uma ação junto ao Supremo, reclamando do “fatiamento” da votação que culminou no impeachment de Dilma e que por consequência, manteve os direitos políticos da ex-presidente. Outras 8 ações já foram protocoladas para o mesmo fim.

Já Joaquim, é contra a saída de Dilma, pois acredita que o impeachment não resolve os problemas do Brasil. No dia 31 de agosto, teria dito que a aprovação do impeachment foi um ‘espetáculo patético’. Depois, pelo Twitter, salientou que não acompanhou a votação do “impeachment tabajara”, segundo palavras do próprio advogado.

Eleições de 2018

Apesar de faltarem quase dois anos para o início da corrida eleitoral de 2018, possíveis candidatos já são apontados para as eleições e pesquisas formais e informais são realizadas para descobrir a intenção de voto dos brasileiros.

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As pesquisas oficias, como as feitas pelo instituto Paraná e Folha, destacam sempre os principais nomes da política nacional para disputar as eleições: Aécio, Marina, Bolsonaro e eventualmente, Temer, Lula e algum candidato de partido menor, como Levy Fidelix ou Luciana Genro. Michel Temer já declarou que nesse momento não está pensando em reeleição, mas sim em “colocar o Brasil nos trilhos” até 2018, logo, sua candidatura ainda é incerta.

Apesar de sempre ser citado em pesquisas, Lula pode não participar das próximas eleições por conta de eventuais condenações que ocorram nos próximos dois anos. Até o momento ele foi indiciado por quatro crimes. Esse cenário de incertezas, coloca Marina, Aécio e Bolsonaro na briga para conseguir um lugar no segundo turno. #Eleição Presidencial