#Impeachment virou a palavra do momento na política brasileira. Depois que a ex-presidente Dilma Rousseff foi cassada no dia 31 de agosto, agora são pessoas ligadas a legenda dela, o Partido dos Trabalhadores (PT), que já falam em movimentos de impedimento. Nesse caso, nem é contra Michel Temer, do PMDB, chamado várias vezes por Dilma de "golpista". O nome da vez que pode ter que responder a um processo de impeachment é o de Gilmar Mendes, Ministro do Supremo Tribunal Federal (#STF). A informação foi dada com destaque nesta sexta-feira, 09, pelo 'Diário do Poder'. 

Segundo a reportagem do site especializado em política, juristas ligados ao #PT protocolarão na próxima terça-feira, 13, um pedido de impedimento contra o magistrado que também é Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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Esse pedido será enviado ao Senado Federal, o mesmo que por 61 votos a 20 cassou Dilma. O site da legenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu destaque para o pedido contra Gilmar Mendes, que chegou a ser chamado de exímio militante da direita brasileira em um texto assinado por diversos nomes da entidade política de esquerda. 

De acordo com os juristas que fazem o pedido contra o Ministro da mais alta corte brasileira, a conduta de Gilmar estaria sendo partidária e isso não seria condizente à função que ele exerce. Mendes é conhecido por suas opiniões polêmicos. Ele chegou a dizer que os criadores da 'Lei da Ficha Limpa' só poderiam estar "bêbados" quando formalizaram o texto, que hoje impede candidatos fichados na justiça de disputarem uma eleição. Depois de dizer isso, o Ministro pediu desculpas, mas aos "bêbados". 

Esse é o segundo pedido de impeachment contra um Ministro do STF em poucos dias.

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No dia 06, o Movimento Brasil Livre (MBL) solicitou um processo de impedimento contra o Presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski. O presidente do Senado, Renan Calheiros, (PMDB-AP), arquivou o pedido. O MBL argumentou que a atitude de Ricardo, ao dividir a votação contra Dilma no Senado Federal, mostraria sua incapacidade de seguir a própria constituição.