O cenário político brasileiro não vai nada bem. Após um longo processo em Brasília, que culminou com o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), agora "ex" no cargo mais alto da hierarquia do Poder Executivo do Brasil, o prosseguimento da Operação Lava Jato preocupa brasileiros de toda a parte.

Quem está de olho na cadeira presidencial é o correlegionário e amigo íntimo de Dilma, o ex-presidente da República, Luiz Inácio #Lula da Silva, mais conhecido como Lula, que já afirmou inúmeras vezes que é inocente no processo da Operação Lava Jato e que irá concorrer de novo ao cargo que ocupou entre 2002 e 2008.

Lula esteve internado hoje, dia 3 de setembro, no hospital Sírio Libanês, um dos melhores e mais caros do país, em São Paulo.

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No local, ele foi fazer exames de rotina e cuidar da saúde. Para quem não se lembra, Lula foi diagnosticado com câncer em 2011 e tratou a doença com sucesso, tal como Dilma.

A assessoria de imprensa do Instituto Lula, que responde pelo ex-presidente, falou que ele já se recuperou de um mal-estar que teve durante o dia e, como já tinha exames marcados para o sábado, decidiu ir ao hospital logo. A equipe que trata Lula é formada pelos médicos Roberto Kalil Filho e Artur Katz.

Logo após a volta para casa, o ex-presidente decidiu postar uma mensagem de agradecimento aos seus seguidores e dizer que está tudo bem com a sua saúde. Para os que torcem para que ele não suba a rampa do Planalto em 2018, Lula reservou um recado. Postou fotos dele na academia, em um vídeo que ficou bastante conhecido anos atrás.

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"Lula fez um check-up de rotina na manhã desse sábado. Tudo certo com a saúde do ex-presidente que continua praticando exercícios durante a semana", diz a mensagem com a hashtag #nopainnogain. Veja:

A postagem já conta com mais de 23 mil curtidas, 3.200 comentários e 3.200 compartilhamentos até o fechamento desta reportagem.

Impeachment e a lei

O processo de impeachment que obrigou #Dilma Rousseff a desocupar a cadeira presidencial e o Palácio da Alvorada foi concluído com 61 votos a 20 no Senado Federal, sem nenhuma abstenção. Dilma, porém, não perdeu os direitos políticos e pode ainda exercer função pública. A votação causou polêmica, pois muitos juristas, como Janaína Pachoal, dizem que a decisão foi arbitrária e inconstitucional. Partidos que apoiam Dilma e o próprio Partidos dos Trabalhadores entraram com recursos no STF para anular a votação por ilegalidade.  #PT