O debate aconteceu domingo (25), onde os 6 candidatos à prefeitura da cidade compareceram para apresentar suas ideias de gestão a cidade de #São Paulo, o debate foi veiculado pela emissora de TV Record.

Na corrida ao cargo de prefeito da cidade há 11 candidatos, apenas 6 participaram do debate. Os temas mais discutidos no último domingo foram saúde e trânsito. As perguntas pareciam um ataque a candidata Marta.

Início do debate

Antes de começar as perguntas foi feito um sorteio para determinar que iniciaria as perguntas, a escolhida foi Marta Suplicy, candidata do PMDB que pareceu alvo de perguntas sucessivas dos seus oponentes.

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O debate começou a esquentar quando o Russomanno foi acusado de não ter quitado os honorários dos funcionários do Bar do Alemão, por Marta que em resposta disse que pagaria “judicialmente” pelo comentário.

O fato aconteceu porque o candidato Russomano teria uma empresa e que teria largado uma dívida de R$ 2 milhões, somando impostos e salários. No meio dos apontamentos, Russomano disse que teria como comprovar a quitação das obrigações do Bar do Alemão, documento que até o momento não foi apresentado.

Em resposta a atitude da sua concorrente, Russomanno não deixou barato e disse a candidata Marta, que ela não “iria nas ruas brigar pelas pessoas”, quando os moradores de São Paulo precisaram dela, estava em Paris, na França, pedindo que as pessoas relaxassem e gozassem com os problemas de caos aéreos no país, naquele momento.

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O debate teve diversos momentos de tensão, no decorrer das perguntas mesmo que não fossem diretas para a Marta Suplicy, Russomano comentava da gestão da candidata e endereçava a pergunta a outro candidato.

Em um dos momentos do debate houve uma pergunta que causou um certo suspense aos expectadores, quando Russomanno perguntou a Fernando Haddad, como avaliava a administração de Marta na Prefeitura de São Paulo, entre 2001 e 2004.

Após um momento de suspense, Haddad respondeu que em sua administração tiveram projetos que foram inovadores, como a criação do CEUs, mas o elogio durou pouco e logo apontou prováveis falhas na administração.

Afirmando que Marta havia gasto o que não tinha realizando obras que não eram prioridades para cidade, ainda citou a abertura de túneis que inundavam durante os temporais.

O ataque não parou, na réplica (momento em que o candidato tem direito de responder ou comentar), Russomanno disse que Marta deixou muitas dívidas em seu mandato, por ter gasto o dinheiro em viagens internacionais, enquanto o povo estava no meio da chuva.

Ainda foi acusada de que sua gestão teria as maiores taxas de impostos da cidade e ainda fez uma pergunta sem resposta, “ainda quer ser prefeita de novo?” perguntou o candidato do PRB. Quando Marta encerrou seu mandato terminou com 49% de aprovação segundo DataFolha. #Crise #Eleições 2016