O presidente #Michel Temer parece que ainda não se acostumou com a função que ocupa e, muito menos, com as benesses que o maior cargo executivo do país quer propor a ele. Em entrevista à revista Época, Michel Temer comentou sua opinião sobre vários pormenores e apresentou justificativas sobre sua recusa em “aceitar” certos “estigmas” da função de presidente. Entre as mudanças que Temer deseja fazer é a de abolir em todas as salas e gabinetes do #Governo, o seu próprio retrato. Para ele, ver seu retrato pendurado em paredes lhe causa repulsa e um estranho sentimento de que já morreu.

Sobre utilizar a faixa presidencial, o peemedebista afirmou que somente pretende usá-la realmente quando tiver que passá-la ao seu sucessor na presidência, pois, em seu ponto de vista, usar a faixa presidencial é um sinal de “soberba”.

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Outra “rejeição” de Temer sobre "símbolos do poder" de quem está na presidência, diz respeito ao luxuoso Palácio do Planalto, onde residem os presidentes da República e que, na última terça-feira, (6), foi desocupado por Dilma Rousseff, após cinco anos. Sobre o Palácio, Temer afirmou que não se mudará tão cedo com sua família e garantiu que permanecerá por mais um tempo na residência reservada ao vice-presidente, o Palácio do Jaburu.

“Tem mais jeito de casa”, afirmou o presidente ao seu entrevistador.

Temer se recusa a sentar na mesa presidencial

Apesar de dizer que não é uma pessoa supersticiosa, Michel Temer se recusa a trabalhar na mesa de trabalho situada no gabinete presidencial do Palácio do Planalto. Mesa esta que, foi utilizado pela presidente petista durante os cinco anos que esteve à frente da presidência.

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Para trabalhar em sua função, ele prefere trabalhar em uma mesa grande, e que de preferência, esteja com todos os lugares ocupados.

Ao final da entrevista, ela afirmou que quando está sentado à mesa com todos os lugares ocupados, sente-se como Carlos Magno, um personagem de um livro que leu quando tinha 11 anos, “Carlos Magno e os doze cavaleiros da Távola redonda. #Dilma Rousseff