#gilmar mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal (#STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, avaliou quem são os juristas que estavam pedindo seu impeachment no Supremo. A acusação contra Gilmar Mendes é de que ele apresenta um "comportamento partidário", e seria contra o ex-presidente Lula e Dilma Rousseff, julgando de forma inadequada os interesses do Partido dos Trabalhadores (#PT). Os juristas disseram que Gilmar seria rigoroso demais para julgar casos do PT, ao contrário, o PMDB sairia ganhando se estivesse nas mãos de Mendes. 

Na semana passada foi enviado um pedido de impeachment contra o Ministro do Supremo, Gilmar disse que diante da situação, achou aquilo engraçado.

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Ele declarou que um dos juristas que fizeram seu impeachment é Fábio Konder Comparato que ele declarou como sendo um "banqueiro travestido de socialista". Não deixou barato, e falou sobre Celso Bandeira de Mello que declarou ser "um latifundiário travestido de socialista". Ele disse que a situação pareceu um "consórcio de famosos" que misturados, aparece aqueles que já foram famosos, outros que querem ser e os que nunca terão o privilégio de ser. 

Outros juristas também participaram do pedido contra Mendes, entre eles estão, Sérgio Sérvulo da Cunha, Álvaro Augusto Ribeiro da Costa e Roberto Amaral que também é ex-deputado e ex-presidente do PSB. 

Os juristas enfatizam que Gilmar não estaria agindo com imparcialidade e que o pedido faz parte da Lei Orgânica da Magistratura e o Código de Ética da Magistratura, seguindo então a Constituição Brasileira. 

Mendes critica Lewandowski 

Na última segunda-feira (19), Gilmar Mendes criticou a postura do ministro Ricardo Lewandowski sobre fatiar a votação do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

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Mendes classificou a postura como "vergonhosa", dizendo que Lewandowski não deveria participar de situações que envolvam manobras de aliados a partidos, e que essa não seria uma decisão tomada por Lewandowski, sendo assim, não poderia envolver o Supremo Tribunal Federal nessa ação.