Na última terça-feira (27), o presidente da República, Michel Temer, se encontrou com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, no Palácio da Alvorada. O encontro ocorreu com um jantar, no qual Temer fez um pedido para Maia. O presidente quer que Rodrigo Maia aja de forma rápida e com empenho para que dois projetos sejam aprovados.

Michel Temer quer o projeto da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) de gastos públicos e o projeto que não obriga a Petrobras a ser a única empresa a estar presente em todos os investimentos do pré-sal, sejam aprovados, da forma mais rápida possível. 

Temer se comprometeu em participar de um café da manhã, nesta quarta-feira (28), com Maia e outros líderes de partidos, porém, acabou desistindo.

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Maia disse que irá avaliar as possibilidades para dar andamento com o pedido de Temer. Temer se encontrou, de manhã, com o presidente da Petrobras, Pedro Parente, para discutir a retirada das obrigações da estatal com o pré-sal. 

Michel Temer quer que as propostas sejam rapidamente aprovadas, no prazo máximo de duas semanas. Na próxima semana, o projeto da Petrobras e pré-sal já será pautado. 

Projeto necessário

O líder dos Democratas na Câmara dos Deputados, Pauderney Avelino (AM), afirmou que a aprovação da PEC 241 do teto de gastos é necessária para o controle das contas públicas, podendo o país voltar então a crescer. O deputado listou que, com isso, os benefícios sociais poderão voltar a ter pagamentos garantidos e que o mercado de trabalho poderá voltar a um nível melhor. 

Avelino citou que o PT foi responsável pelo rombo nas contas públicas, inflação alta e a recessão do Brasil, com a aprovação dessa PEC o mercado de trabalho voltará a colher bons frutos. 

O líder enfatiza que devem reverter o problema para não chegar à beira do abismo, e que a situação atual do Brasil não tem relação com influências externas, como o #PT sempre afirmou.

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Ele enfatiza que quem governou o país durantes os últimos 13 anos tem grande responsabilidade com os acontecimentos, atualmente. 

Até o início de outubro, a PEC poderá ser aprovada.  #Governo #Crise econômica