O Tribunal Superior Eleitoral (#TSE) cruzou várias informações e está descobrindo algo aterrecedor. Uma nova frente de fraudes, onde pessoas pobres que não tem nem o que comer, são doadoras de milhões à campanhas políticas. De acordo com a Justiça Eleitoral, 21.072 pessoas que, aparentemente, em situação de pobreza extrema, transferiram para políticos o valor de R$ 168 milhões. Foi notado que apenas uma das pessoas doou R$ 93 mil, porém só se tem base da sua última renda, que foi declarada em 2010. Um grupo de 10 doaram juntos R$ 1 milhão, sem terem renda disponível e compatível para isso.

Essas informações trazem algo surpreendente e espantoso.

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Vários doadores são beneficiários do programa Bolsa Família e são sem terras. O Ministério Público recebeu as informações e está analisando os dados e a veracidade dos fatos.

"Farra"

Segundo o TSE, existem muitas candidatas consideradas "laranjas". São na verdade mulheres que se candidatam, apenas com o intuito de cumprir a cota feminina. E existem candidatos que são funcionários públicos e que decidem concorrer nas eleições, apenas para ficarem seis meses fora do serviço, recebendo salário. A Justiça Eleitoral, que agora está com o comando do ministro Gilmar Mendes, prometeu acabar com essa "farra".

Gilmar Mendes

O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, fez parceria com o secretário da Receita Federal do Brasil, Jorge Rashid. Essa parceria tem o objetivo de coletar informações sobre a prestação de contas dos candidatos e partidos nessas eleições de 2016.

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Ficou combinado do TSE enviar para a Receita a relação de candidatos e prestadores de serviços que possuem irregularidades nas prestações de contas.

A Receita também poderá utilizar os dados do TSE para instaurar procedimento administrativo, com o intuito de verificar eventual ilícito tributário pelos candidatos e partidos políticos.

Outro dado importante será a análise dos dados que a Receita fará para ajudar o tribunal na qualificação de indícios que mostrem despesas de campanhas superiores ao que é permitido. #Política #GilmarMendes