O presidente #Michel Temer comentou sobre as manifestações que estavam acontecendo no país. De acordo com Temer, são manifestações de 40, 50, até 100 pessoas, que depredam bens públicos, carros, bagunçam ruas, mas não levam a nada. A cassação da ex-presidente Dilma Rousseff aconteceu e foi um processo democrático, baseado na Constituição Brasileira.

Segundo Temer, se formos olhar o Brasil num todo, temos 204 milhões de brasileiros, ou seja, esse "grupinho da baderna", logo vai se desmanchar. O Brasil busca crescer na economia e está muito acima dessas manifestações. 

O ministro das Relações Exteriores do governo Temer, José Serra, também criticou os atos e comentou que são "mini mini mini mini mini".

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"São manifestações de pequenos grupos organizados", disse Serra.

O presidente considerou que o "fora Temer" é um movimento já democrático e que as manifestações são naturais, pois sempre tem as pessoas que não concordam com certas iniciativas. O presidente ressaltou que se surpreenderia se o Brasil estivesse em "silêncio".

Reformas

O presidente Michel Temer deu entrevista no saguão do hotel em que está hospedado, na China. Ao ser perguntado quem poderia ser o seu sucessor, Temer afirmou que não pensa nisso agora, e que quer apenas entregar um Brasil "reunificado e nos trilhos". Nas eleições municipais, o presidente já avisou que vai ficar "neutro" e não irá participar de nenhum apoio para evitar revolta de políticos que estão ajudando o #Governo.

Prioridades

As prioridades do governo serão: aprovação da PEC dos gastos públicos e as reformas da previdência e a trabalhista.

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Um dos jornalistas perguntou ao presidente sobre a falta de mulheres nos cargos. Temer respondeu que as mulheres em seu governo tem um papel importantíssimo e citou alguns postos considerados por ele de relevância: chefia de gabinete, presidente do BNDS e vários cargos no ministério da Justiça, como os direitos humanos e das mulheres.

Outras duas secretarias que são comandadas por mulheres, e que não foram citadas na entrevista, são a igualdade racial e a promoção dos direitos com deficiência. #Manifestação