Uma coisa que não podemos negar é a experiência de palcos e auditórios que José Eduardo Cardozo adquiriu com os mandatos da ex-presidente #Dilma Rousseff. Segundo especulações, o advogado providenciava praticamente todos os discursos que a petista proclamava, além de ficar atento a tudo, para defendê-la. O fiel escudeiro, provavelmente descobriu que sua dedicação exclusiva será a porta para o mundo da política brasileira, e claro, a tão sonhada prerrogativa do foro.

Com o processo de impeachment de Dilma Rousseff, a chance que o Partido dos Trabalhadores (#PT) tinha para poder reagir quanto a baixa popularidade tornaram-se mínimas, uma vez que sindicalistas e militantes vinculados aos grandes líderes do PT, hoje encontram-se presos ou já foram sentenciados e consequentemente, condenados.

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Os crimes alcançam as mais diversas tipificações, ou seja, respondem por corrupção, recebimentos de vantagens indevidas (propinas), formação de quadrilha, entre outros.

Outro episódio negativo que contribuiu para enfraquecer ainda mais a bancada petista foi com relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando foi acusado de compactuar com a quadrilha. Segundo publicação do site de notícias "Blastingnews", Lula, encontra-se inserido como réu em um processo na capital da República, o qual investiga a possível participação do petista na tentativa de obstruir a Lava Jato, operação que apura os crimes de corrupção, ocorrido dentro da Petrobrás.

Mas, voltando à questão central, em uma outra publicação, agora do site "R7", foi afirmado que os nove meses de combate ao processo de #Impeachment foram suficiente para Cardozo alcançar êxito profissional e se fortalecer para as futuras querelas.

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Agora, o defensor incondicional de Dilma vem sendo lembrado como um candidato forte para as eleições de São Paulo, em 2018. O advogado foi ovacionado pelos passageiros de um voo de Brasília à capital paulista na sexta-feira passada, pela sua enfática defesa no Congresso Nacional.

O editorial trouxe ainda a opinião de Cardozo com relação ao seu destino político, e segundo ele, não há possibilidade de enveredar para a "vida política", afirmou o noticiário. O ex-ministro lembrou-se de quando tentava concorrer a deputado e desistiu ao analisar o sistema político atual, informando que somente aceitaria a proposta se ocorrer a reforma constitucional.

Cardozo integra o grupo 'Mensagem ao Partido', que diz que não acolhe a hegemonia e nem as novas tendências, na verdade, busca fortalecer novos horizontes, ou seja, sugere um "Novo Brasil".

Outrora, o advogado entrou em atrito com o ex-presidente Lula, quando ainda era Ministro da Justiça, a confusão se deu porque Cardozo  consentiu que a Lava Jato avançasse, assumindo assim, a postura de defensor de Dilma Rousseff, uma vez que a ex-presidente lhe deu carta branca, acolhendo as suas atitudes, com isso, definiu-se a sua índole.

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Portanto, se por ventura o Partido dos Trabalhadores decidir por Eduardo Cardozo para as próximas eleições, possivelmente vão ter que exercer a técnica do convencimento dos dois lados pois, Lula, não 'digeriu' o advogado, assim como o defensor não aceita o petista como seu superior, então, mãos à obra, pois o trabalho será árduo.