Nessa segunda, 12, a ministra #Carmem Lúcia tomará posse como a presidente do Supremo Tribunal Federal e para isso terá uma cerimônia solene repleta de convidados conhecidos. Dentre eles, estão o atual presidente do Brasil e três ex-presidentes.

Luís Inácio #Lula da Silva confirmou sua presença no evento, entretanto, especula-se que ele talvez não compareça, devido à presença do presidente da república, Michel Temer, pois Lula cortou vínculos no começo do ano. Além disso, haverá coligados ao PT e aos partidos que são criticados por Lula atualmente, como PSDB e PMDB.

Como representante do antigo governo, haverá o governador Fernando Pimentel, de Minas Gerais e o cantor Caetano Veloso, que fará uma performance do hino nacional brasileiro.

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Da direita, haverá Aécio Neves e outros parlamentares. Além disso, Fernando Henrique Cardoso estará no evento, este que por sua vez tem tomado uma postura neutra depois que abandonou a carreira política, mas que nem por isso deixou de ser o alvo preferido dos opositores quando realizam seus discursos.

O convite feito a Lula foi o que mais chamou a atenção dos meios de comunicação e dos internautas, que disseram estar decepcionados com a nova presidente do STF, que convidou para o evento um indiciado da justiça do qual ela poderá, mais de uma vez, decidir o seu destino. Para muita gente, o convite deixa subentendido uma relação de camaradagem entre os dois. Só para relembrar, foi Lula quem indicou Carmem para ocupar o posto de ministra do Supremo e processos e investigações a parte, os dois ainda possuem uma relação de amizade.

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Um dia de grandes eventos na política

A posse de Carmem acontecerá no período da tarde, mas logo pela manhã existe uma expectativa em relação a votação da possível cassação de Eduardo Cunha, deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados. Caso não tenha quórum suficiente na Casa, a votação será adiada, mas caso ocorra de fato a sua destituição do cargo, Cunha pretende recorrer ao STF para não perder os direitos políticos, com base na mesma decisão tomada por Lewandowski após acatar destaque do PT na votação do impeachment de Dilma Rousseff. #Michel Temer