A política é um assunto espinhoso para a maioria do povo e uma das formas para que exerçamos nossos direitos é sendo cidadãos, papel para o qual somos chamados quando votamos e participamos de uma eleição. Neste ano haverá a escolha de candidatos, e é importante nos informarmos não só sobre eles, como sobre seus partidos e suas propostas. Pensando nisso, o Tribunal Reginal Eleitoral de São Paulo criou um portal com seções, perguntas e dúvidas para que os brasileiros, em geral, possam se sentir mais orientados e conscientes quanto ao processo eleitoral.

Uma das ferramentas que o eleitor pode consultar facilmente é o “DivulgaCandContas”. Nele, o internauta fica a par das campanhas políticas, existindo mais transparência nas informações.

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Um  exemplo é o quesito de prestação de contas da campanha. Ela pode aparecer no site como uma prestação parcial ou final. Outros tópicos que o cidadão pode acompanhar são o emprego dos recursos financeiros e quem são os doadores de campanha.

Essa modernização de trazer informações acessíveis a qualquer pessoa partiu do Tribunal Superior Eleitoral. Mas a modernização não para por aí; o exercício democrático também abarca o sistema de acesso à votação por biometria. Como já visto em propagandas e intervalos comerciais, o cadastramento biométrico deve ser feito por todos os eleitores e ele varia de estado para estado. Em alguns, como São Paulo, a biometria tem  previsão de ser concluída em 2018. Em outros já está finalizado. No momento, não é preciso correr para a zona eleitoral e se cadastrar mas, caso queira ir, antes é preciso agendar horário para atendimento.

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A votação para 2016 ainda não inclui esse sistema.

A finalidade da biometria é dar maior confiabilidade e transparência no andamento do processo de votação, sendo uma maneira de impedir fraudes. Afinal, houve #Eleições em que gente morta votou e teve caso de gente que acessou a urna mais de uma vez, fazendo-se passar por outra identidade.

Qual a função dos votos brancos e nulos?

Esse é um tema que, vira e mexe, está presente na cabeça de muitos e já se especulou tanto sobre a validação ou anulação desses tipos de votos.

Voltando um pouco no tempo, em 1996, quando as primeiras urnas eletrônicas surgiram, o voto branco fazia parte do total de número de votos.  No ano seguinte, esse tipo de voto adquiriu a equivalência do voto nulo e ambos são descontados da contagem total da apuração.

Do ponto de vista técnico, os votos nulos simbolizam os eleitores que erraram no momento de digitar os números dos candidatos nas urnas. Portanto, eles são cancelados. Com o voto branco também é assim.

Se você tiver mais dúvidas, pode acessar o endereço www.tre-sp.jus.br onde outras questões podem ser respondidas.

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Mas não esqueça: fique de olho bem aberto e acompanhe os candidatos com os quais você se sintoniza, o que eles falam, o que eles propõem, e se eles estão em afinidade com o que você pensa ou com os problemas da comunidade.

Os instrumentais apresentados são propícios para cooperarem na escolha que cada um de nós tem de fazer para começar a mudar um contexto surrado e desgastado por mau uso da máquina pública. A pesquisa demanda tempo, mas será mais gratificante se soubermos quem é quem na disputa pelo seu voto. #Dicas #Dentro da política