A família #bolsonaro continua a sacudir a política brasileira. Em entrevista ao RJTV, Flávio Bolsonaro, candidato à prefeitura do #Rio de Janeiro, afirmou que se eleito, a cidade não vai mais patrocinar a Parada do Orgulho LGBT. 

A parada Gay do Rio costuma reunir cerca de 1 milhão de pessoas, no ano passado, a prefeitura apoiou o movimento com cerca de 340 mil reais

O candidato diz que vai priorizar o dinheiro para ser investido em hospitais e em remédios. Ele sugeriu perguntar à população, se a cada 10 reais disponíveis, qual a preferência: investir na Parada LGBT ou em hospitais?

Depois das suas afirmações, ele foi confrontado com os dados de que a Parada Gay gera cerca de 120 milhões de reais ao município, e também altas taxas de ocupações em hotéis.

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Em resposta, Flávio disse que a sua medida não será uma forma de preconceito. Completou dizendo que respeita o movimento e a Parada LGBT. 

Flávio afirmou que o movimento se sustenta com ajuda dos seus patrocinadores. 

Ele também foi questionado se também retiraria patrocínio de outros eventos da cidade, como o carnaval. Em resposta, Flávio disse que não pretende tirar o patrocínio do carnaval. O carnaval é a maior festa do mundo, e as escolas de samba fazem um excelente trabalho social, completou. 

Agora em entrevista ao portal G1, Flávio afirmou que pretende militarizar as escolas mais indisciplinadas do Rio de Janeiro. O candidato também falou sobre escola sem partido, segundo ele, as escolas estão sendo usadas para doutrinar os alunos. "Quero defender a liberdade do aluno'', disse. 

Flávio, além de político, é empresário e advogado.

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Hoje ele é filiado ao PSC, Partido Social Cristão. Desde 2003 é deputado pelo estado do Rio de Janeiro, e em 2014, recebeu 160,359 votos.

No dia 23 de julho, foi oficializada a sua candidatura a prefeitura do município do Rio. O presidente do PSC, Pastor Everaldo, e seu pai, Jair Bolsonaro, estavam presente na convenção do partido. 

Ele é conhecido por também ter opiniões polêmicas, assim como seu pai, Jair Messias Bolsonaro.  #Eleições 2016