A cassação da ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT), gerou uma tremenda movimentação nos bastidores da política brasileira. O Palácio do Planalto, por exemplo, viu funcionários comissionados serem trocados ou demitidos pelo novo gestor, Michel Temer, do PMDB. Mas engana-se quem pensa que boa parte dessas pessoas desistiu de viver da política. De acordo com uma reportagem assinada pelo colunista Cláudio Humberto, do 'Diário do Poder', publicada neste sábado, 10, enquanto o governo federal se livra de dez mil filiados à legenda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os petistas correm atrás das "boquinhas" em Brasília. 

Muitos já estariam até de olho em prefeituras de grande e médio porte Brasil afora.

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Basta agora aparecem os resultados nas urnas para eles darem o "bote". O site político cita a prefeitura de Recife, em Pernambuco, onde grandes nomes do #PT, como o ex-ministro Luiz Dulci, estariam próximos ao candidato da legenda para conseguirem em troca cargos no governo. A depender do número de demitidos por Temer, que já informou que a quantia chegará aos milhares, vai faltar cargo e prefeitura para alocar tanta gente. 

O colunista Cláudio Humberto diz que os militantes de Dilma, que antes trabalhavam para ela no governo federal, não apenas ficaram sem seus empregos, como perderam também a verba de corrupção que vinha da Petrobrás. O esquema de desvio de dinheiro da maior estatal brasileira teria desabastecido os cofres petistas após ser descoberto na Operação Lava-Jato. O próprio Lula virou réu na Operação.

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Segundo a Revista Isto É, ele será julgado (ainda em primeira instância) em novembro.

Na conta de quem mais precisa

É bom lembrar que há quatro anos, em 2012, Lula não quis apoiar o atual candidato do partido em Recife, João Paulo. No entanto, a política muda o tempo todo e eles hoje negociam futuros cargos. É bom lembrar que o salário dos cargos comissionados também é pago pelos cidadãos, que através dos impostos gerem a máquina pública.  #Dilma Rousseff