O país ainda vive um momento político complicado e assim deve continuar. A caça as bruxas contra políticos continua, sejam eles de que lado forem. Senadores petistas e os que votaram pelo #Impeachment já foram alvo dos chamados ataques fascistas, de gente que mais parece querer propagar o ódio, do que propriamente se fazer um protesto político. Um grupo de manifestantes dilmistas preocupou muitas pessoas neste domingo, 04, em Brasília. De acordo com informações do site 'Diário do Poder' em matéria publicada nesta segunda-feira, 05, a maior parte dos militantes vestia camisas vermelha, uma clara referência à esquerda e ao Partido dos Trabalhadores (#PT), legenda que elegeu a ex-presidente #Dilma Rousseff, deposta no último dia 31 de agosto. 

O grupo de manifestantes foi até a quadra onde mora o senador Cristovam Buarque, eleito pelo PPS do Distrito Federal, em Brasília.

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Eles pareciam bastante bravos porque o Congressista votou contra a companheira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Buarque foi apenas um dos 61 Senadores que cassou o mandato de Dilma. De acordo com fontes ligadas ao político, ele estaria pensando em pedir proteção à Polícia Federal, caso os protestos se intensifiquem, especialmente próximos de onde tem sua vida pessoal. Outros colegas de Buarque, como Aécio Neves, eleito pelo PSDB de Minas Gerais, receberam ameaças de morte via e-mail. A polícia parlamentar tenta identificar quem teria mandado as mensagens, que não foram identificadas. 

Os manifestantes chegaram a ameaçar invadir a casa de Buarque, mas felizmente desistiram da ideia. No entanto, de acordo com a assessoria do político, esses militantes prometem voltar ao local e não tirar o sono dele.

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O representante do PPS se mostrou confuso algumas vezes sobre se votaria ou não pela saída de Dilma. Em discursos, ele chegou a despistar sobre sua decisão, mas todas as vezes que foi necessário, ele votou pela saída de Dilma. Cristovam foi Ministro da Educação de Lula, mas acabou demitido e desde então não tem boas relações com o PT.