Os Estados Unidos da América, através de seu Departamento de Justiça, investigam a venda de aviões de guerra do Brasil, através de pagamento de propinas no exterior, em se tratando de negócios bilionários realizados pela Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica). Os contratos teriam sido realizados com o objetivo de se encobrir a distribuição de propinas, a partir da venda dos caças brasileiros.

No ano de 2010, uma operação considerada suspeita, foi efetivada através de contrato entre a Embraer e a República Dominicana, que tinha grande interesse na aquisição das aeronaves brasileiras. Com base nas suspeitas referentes ao contrato selado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, passou a investigar os contratos da Embraer com mais oito países.

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Dentre as nações, destacam-se a Índia e a Arábia Saudita. Vale ressaltar que no período em que as operações foram concretizadas, o Brasil era administrado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A gestão do petista possibilitou a incrementação de negócios bilionários de vendas de aviões supersônicos.

Delator detalha operações

Um antigo funcionário da Embraer se tornou delator de todo o esquema de propinas, baseados na veda das aeronaves brasileiras, especialmente para o Oriente Médio e a Índia. Segundo o gerente da área de defesa da Embraer, Albert Phillip Close,  um ex-diretor de vendas da companhia que atuava na Europa, afirmou a investigadores americanos que a empresa exercia pagamento de comissões, com o objetivo expresso de facilitar a venda dos aviões brasileiros aos sauditas.

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Já no caso indiano, o delator afirmou que a Embraer contratou um representante com a finalidade de vender um sistema de vigilância ao #Governo da Índia. Ambos os casos foram examinados pelos Estados Unidos e as suspeitas se avolumam. O delator Albert Close foi ainda mais enfático ao retratar que o representante  da Embraer contratado para efetuar o negócio, teria ficado com uma chave, estando o contrato guardado em em um cofre e a empresa com outra chave. A Embraer afirma que colabora com as investigações no exterior, sem exibir detalhes, já que segundo a empresa, o processo aberto nos Estados Unidos ainda não foi concluído e além disso, não faz parte de um processo aberto no Ministério Público Federal, no Brasil. #Lula #Corrupção