O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou denúncia de tentava de abuso sexual contra o deputado #Marcos Feliciano (PSC-SP) e decidiu nesta quinta-feira, dia 15, instaurar inquérito para investigar as acusações feitas pela jornalista Patrícia Lélis, de 22 anos, que se apresentou como vítima do suposto crime atribuído ao parlamentar.

As denúncias contra o parlamentar vieram a público quando a Procuradoria Geral da República (PGR) solicitou a abertura de inquérito contra o mesmo a partir de um pedido feito pela Delegacia Civil de Atendimento à Mulher, do Distrito Federal. Patrícia Lélis teria comparecido para presta queixa contra o deputado por tentativa de estupro, assédio sexual e de agressão feita pessoalmente por ele.

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Além deste crimes, a jornalista ainda declarou que havia sido vítima também de várias ameaças de morte por parte de Talma Bauer, que seria o assessor direto de #Marco Feliciano na Câmara dos Deputados.  Após as denúncias de caráter sexual, a jovem declarou que sofreu as ameças entre o final de julho e o início de agosto, quando esteve em São Paulo.

Com a abertura de inquérito, o STF poderá acionar tanto o Ministério Público quanto a própria Polícia Federal (PF), para que sejam feitas as devidas investigações sobre o caso, inclusive com a convocação de testemunhas para que possam depor sobre o fato. Deste modo, o Supremo tribunal poderá aprofundar a investigação que havia sido encerrada pelo própria Polícia Civil do Estado de São Paulo. Na ocasião, o órgão havia optado pela prisão preventiva da jornalista pelos crimes de extorsão e calúnia.

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 O pedido de prisão da jornalista que denunciou o deputado por crime sexual aconteceu em virtude do fato de que a mesma havia acusado o assessor do deputado de tê-la sequestrado. Conforme declarou o delegado Luís Roberto Hellmeister, que cuida do caso, Patrícia é uma pessoa que apresenta uma certa periculosidade e por isto, havia optado por sua preventiva. A solicitação anunciada no último dia 6 de setembro, ainda deverá ter alguns elementos específicos como alguns laudos e vídeos para que seja concretizada. De acordo com o advogado de defesa da jovem, Roberto da Gama Cidade, tal pedido já seria esperado e para se antecipar a tal fato, ele já havia ingressado como um pedido de anulação junto ao Ministério Público de São Paulo.   #Violência #Casos de polícia