A ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (#PT), tem sido acusada de gastar muito e até de ter muitas "mordomias". No entanto, os gastos dela podem ser contidos com uma ação impactante do Tribunal de Contas da União (TCU). A entidade solicita que a companheira política de Lula seja responsabilizada pelo tempo em que integrou o Conselho de Administração da maior estatal brasileira, a Petrobras. A empresa teve, através do aval da petista, a compra da refinaria americana de Pasadena, no Texas.

O que isso pode gerar? 

A decisão de Rousseff foi fundamental para a realização do mau negócio. Apesar de assim decidir, Dilma diz que não tinha ideia de que Pasadena seria um prejuízo à Petrobras, do contrário, não teria assim dado a sua assinatura.

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De acordo com o jornalista Fabio Fabrini, do jornal 'O Estado de São Paulo', a escolha da petista, no entanto, pode gerar problemas para ela. Rousseff fez parte do Conselho da Petrobras antes de entrar na presidência do Brasil. 

A política que, recentemente, foi deposta por um processo de #Impeachment, agora tenta ganha espaço por conta das campanhas municipais nas eleições. No Rio de Janeiro, por exemplo, quem a apoia é a candidata do Partido Comunista do Brasil, Jandira Feghali. Mas nem mesmo esse apoio pode impedir que o TCU aja contra as contas de Dilma. E ela não é a única que pode ficar sem poder usar, até mesmo, a conta bancária. 

Outros nomes vinculados ao Partido dos Trabalhadores (PT), como Antonio Palocci e José Sérgio Gabrielli, também podem ter tamanho bloqueio. Empresários que teriam participado da empreitada são outros que podem responder a esses problemas, como Cláudio Haddad e Fábio Barbosa, além do general Gleuber Vieira.

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De acordo com uma reportagem de 'O Antagonista', o TCU quer que esses nomes sejam  solidários na devolução aos cofres públicos de US$ 266 milhões, cerca R$ 860 milhões. A solicitação em si não bloqueia os bens. Para isso, ainda é necessário enviar tal pedido ao Ministério Público de Contas e ao plenário. #Dilma Rousseff