O governo do presidente Temer, do PMDB, decidiu acabar com a "mamata" do 'Bolsa Família', principal programa social do governo da ex-presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores (PT). Em comunicado divulgado nessa semana, o governo federal que irá passar um pente fino em quem está tentando enganar as contas públicas, recebendo o benefício sem precisar. Para isso, quem recebe o 'Bolsa Família' vai precisar comprovar a necessidade de receber o dinheiro, além de ser investigado através de um cruzamento de dados. O objetivo é evitar o que acontecia aos montes no governo de Dilma, pessoas que não tinham a menor necessidade de ganhar a verba todo mês, mas que recebiam a quantia.

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Ao todo, seis dados serão cruzados todos os meses, o que deve fazer uma queda do número de famílias que recebe o programa. A Receita Federal ajudará no controle e o CPF das pessoas que fazem parte do 'Bolsa Família' será constantemente verificado. Até mesmo compras podem complicar a vida dos que recebem o programa, como a aquisição de bens. Uma família que todos os meses gasta mais do que diz que ganha pode ficar a míngua se for descoberta.  A tolerância será zero a partir de agora. Antes, o descredenciamento das famílias só acontecia na terceira vez que era encontrada uma irregularidade.

Polêmica com Marcela

Atualmente, cerca de 25% dos brasileiros recebe diretamente o benefício, o que representa 50 milhões de pessoas. A quantia também acaba ajudando indiretamente outros setores da sociedade, como o comércio.

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Em compensação, com dinheiro que será economizado com o fim  das irregularidades, o governo de #Michel Temer investirá no 'Criança Feliz', que fará parte do próprio 'Bolsa Família', atendendo crianças entre zero e quatro anos. A coordenação deste programa ficará a cargo da primeira-dama Marcela Temer. 

Michel está neste fim de semana na China, onde se reúne para fazer negócios no  G-20, grupo dos países mais ricos do mundo. A China anunciou que fará um aporte de R$ 15 bilhões em investimentos no Brasil. #PMDB