O agora presidente do Brasil, #Michel Temer, do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), autorizou as Forças Armadas Brasileiras a intervir na Avenida Paulista (principal avenida da cidade de São Paulo) no próximo domingo (dia 4), onde será realizada a passagem da tocha paralímpica.

A medida foi publicada ontem (dia 1) no Diário Oficial. Porém, a decisão está gerando muitas reclamações com uma parcela da população brasileira, que está expondo suas opiniões nas redes sociais desde o comunicado, já que as pessoas que não concordam com o impedimento da ex-presidente #Dilma Rousseff do Partido dos Trabalhadores (PT), estão marcando protestos contra o governo Temer no mesmo local. 

Nas redes sociais já se fala de repressão e ditadura instaurada pelo novo governo ao colocar as Forças Armadas na rua como forma de repressão à população contrária ao governo.

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A Secretária de Segurança Pública (SSP) do Estado de São Paulo, anunciou que está expressamente proibido manifestações na Avenida Paulista no domingo, “impediremos o fechamento das ruas importantes da capital para que se preserve o direito das pessoas que não querem participar das manifestações”, diz o comunicado da SSP, e acrescenta “alertamos que no domingo, toda a extensão da Avenida Paulista estará recebendo o evento paralímpico”.

A medida da SSP foi tomada após as manifestações ocorridas na última quarta-feira (dia 31), quando manifestantes contrários ao impedimento da ex-presidente Dilma Rousseff e policiais militares entraram em conflito, deixando vários feridos. No Facebook está sendo organizado um evento para ocorrer às 15 horas de domingo, na Avenida Paulista; a manifestação da rede social já conta com mais de 26 mil pessoas confirmadas, além de mais de 82 mil compartilhamentos do evento pelo Facebook.

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Relembrando: Após cerca de 9 meses de processo, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), sofreu #Impeachment na quarta-feira (dia 31). A votação no senado para a perda do mandato foi de 61 votos faváveis ao impedimento, contra 20 contrários. Após, a perda de mandato, seu vice, Michel Temer (PMDB), assumiu o governo do Brasil.