Nesta quarta-feira, 7 de Setembro, Dia da Independência no Brasil,  o presidente #Michel Temer, do PMDB, faz sua primeira grande aparição pública após a deposição da ex-presidente Dilma Rousseff,  do Partido dos Trabalhadores,  PT, desde a votação do impeachment em 31 de agosto. Nessa data, a petista teve 61 votos contrários à ela e apenas 20 a favor. De acordo com informações do G1, Temer cancelou o desfile em carro aberto,  como é tradicional na data. A assessoria do Palácio do Planalto não explica oficialmente o porquê,  mas indica as razões ao revelar que além do peemedebista, quem estará no automóvel é a primeira-dama, Marcela, e o filho do casal, Michelzinho, de sete anos.

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Como sabemos,  o Brasil vive um dos seus períodos mais instáveis na política nacional e faz pouco tempo que Dilma foi deposta, o que faz aumentar as chances de manifestação.  Durante a última semana, protestos foram feitos em diversas cidades brasileiras pedindo que Temer deixe o poder e novas Eleições sejam convocadas. O peemedebista tem mandato previsto até o final de 2018 e a proposta de um novo pleito não faz parte da nova pauta do governo federal. Temer teria evitado sair às ruas de Brasília de carro aberto por motivos de segurança.  O Gabinete de Segurança Institucional tem trabalhado para que todas as manifestações sejam avaliadas.

Um carro aberto é sempre um risco,  até em países com setores de inteligência forte, como os Estados Unidos,  que teve Kennedy assassinado com um tiro na cabeça.

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 A maior preocupação de Temer seria a exposição de Michelzinho em um momento bem turbulento. De acordo com fontes dos corredores de Brasília, as ameaças contra o presidente e sua família são fortes. Para quem não lembra,  recentemente,  Marcelafoi chantageada por um hacker, que teria até conseguido roubar fotos íntimas da primeira-dama. Ele quis dinheiro em troca e acabou sendo preso. Tudo foi feito com enorme descrição.  Quem ajudou o peemedebista nesta empreitada foi o hoje Ministro da Justiça,  Alexandre de Moraes